Maconha: primeiro medicamento à base da planta é aprovado nos EUA

Farmacêutico Márcio Antoniassi

Remédio com canabidiol puríssimo, uma das dezenas de substâncias da maconha, é indicado para dois dos tipos mais severos de epilepsia infantil.

epidiolexPela primeira vez na história, a Food and Drug Administration (FDA), a agência americana reguladora de medicamentos, aprovou, na segunda-feira 25, a comercialização da primeira droga derivada da maconha. Trata-se do Epidiolex: uma solução oral que contém canabidiol (CBD) altamente purificado (uma das dezenas de substâncias da planta cannabis sativa, a maconha), usado para tratar duas formas raras e graves de epilepsia infantil, as síndromes de Lennox-Gastaut e Dravet.

Ambas as doenças causam convulsões descontroladas diariamente e colocam os pacientes em risco elevado de outras formas de incapacitação física e intelectual, além de morte prematura. “É um lembrete de que programas avançados de desenvolvimento que avaliem os ingredientes ativos contidos na maconha podem levar a importantes terapias médicas”, disse o comissário da FDA, Scott Gottlieb, ao jornal The Washington Post

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Como Gerenciar seu tempo

Sobre Ser Super Mulher

Gerenciamento de tempo não é o seu forte? Que tal aprender algumas dicas que podem ajudar?

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Gerenciar o tempo é um desfio para todos. É muito difícil fazer coisas que tomam 48h em apenas 24h. Nosso dia acaba cada vez mais rápido, e entre as mulheres que trabalham e são mães, donas de casa, esposas (e muito mais), esse desafio é ainda mais difícil.

Não posso dizer que domino essa ciência, ainda me enrolo com alguns compromissos e as vezes deixo algum prato cair, mas, tenho algumas técnicas para diminuir o impacto disso e vou compartilhar isso com vocês hoje…

  • Tire um momento para planejar a semana… o ideal é…

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Somos natureza

SOMOS NATUREZA

Somos natureza, das árvores, somos flores

Perfumadas, encantadoras, suaves e delicadas

Mesmo com espinhos em autoproteção

Somos natureza, das árvores somos troncos

Levando a seiva que alimenta tanta vida

Sendo abrigo de outros que buscam por nosso aconchego

Somos natureza, das árvores somos folhas

Ora em completo esplendor, cor e brilho

Ora, sabiamente, caindo e cedendo a vez em benefício do todo

Somos natureza, das árvores somos frutos

A alimentar a quem de nós necessitar

Sempre produzindo sementes para perpetuar o existir

Somos natureza, das árvores somos raízes

Aquela que comanda a vida, lida bem com fartura e carestia

E preserva o que tem de essencial

Somos natureza, das árvores almejamos o verde intenso da esperança

Confiando que em seu entorno há tudo que necessita para viver

Ainda que no fundo de si mesma…

Somos natureza…

Das árvores falta-nos saber aceitar bem cada fase

Falta-nos a confiança na…

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Quais os melhores alimentos para o consumo no verão.

Rais

Escolher os melhores alimentos para o consumo no verão pode parecer óbvio, mas é muito importante. O verão é uma estação onde devemos ter cautela em vários aspectos, e todo esses cuidados se devem ao aumento na temperatura. Por mais que ainda não estejamos no verão, o calor já está insuportável, …
Continue lendo em: Quais os melhores alimentos para o consumo no verão.
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Exercícios de resistência física podem ajudar na redução da depressão

Farmacêutico Márcio Antoniassi

Os exercícios de resistência física estão associados à redução dos sintomas depressivos entre os adultos, de acordo com uma metanálise publicada na revista JAMA Psychiatry.

Pesquisadores irlandeses examinaram a correlação da eficácia dos exercícios de resistência física com sintomas depressivos usando dados de 33 estudos clínicos randomizados envolvendo 1.877 participantes. Os estudos usaram medidas validadas de sintomas depressivos, que foram avaliadas no início e meio e/ou pós-intervenção. Um total de 947 participantes foram randomizados para os exercícios de resistência física e 930 para uma condição de controle não-ativo.

Os pesquisadores observaram uma redução significativa nos sintomas depressivos com os exercícios de resistência física. Houve heterogeneidade considerável, e 32,9% da variância observada foi explicada por erro amostral. Não houve correlações significativas para o volume total de exercícios de resistência física prescritos, status de saúde dos participantes e melhorias de força com o efeito antidepressivo dos exercícios. Ensaios clínicos randomizados com alocação…

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Como o juiz calcula a pena?

Muito fácil, muito tranquilo de entender, post excelente. Vale a pena ler.

Findo o processo penal com uma condenação para o réu, o juiz ou Tribunal deve adotar alguns critérios legais para o cálculo da punição. Estes critérios estão previstos no art. 68 do Código de Processo Penal, determinando que o cômputo da pena deve adotar um sistema trifásico: fixação da pena-base, análise das atenuantes e agravantes e análise de causas de diminuição ou aumento de pena.

A primeira etapa de fixação da pena-base é realizada com a análise de alguns elementos de cunho subjetivo, todos previstos no art. 59, do Código Penal: culpabilidade, antecedentes, conduta social, personalidade do agente, motivos, circunstâncias e consequências do crime, assim como o comportamento da vítima. Ou seja, para cada circunstância desfavorável mais se aumenta a pena do agente.

Fixada a pena-base o julgador passa para a segunda fase da dosimetria da pena, que consiste na análise de circunstâncias atenuantes (redutores da pena), e agravantes (fatores que aumentam a pena).

Dentre as atenuantes, pode-se citar a confissão espontânea, senilidade, menoridade (menor de 21 anos), desconhecimento da lei, etc. Quanto as agravantes, estão motivo fútil, emprego de veneno, crimes contra criança, idoso, ascendente, descendente, entre outros.

Vale ressaltar que nessa fase a pena não pode ficar abaixo do que o Código Penal estabelece como um limite mínimo para a conduta criminosa. Por exemplo, o crime de homicídio simples previsto no art. 121, do Código Penaltem pena de reclusão de 6 a 20 anos. Se o juiz fixou a pena-base no mínimo legal por não ter o agente nenhuma conduta desfavorável naquela etapa, se na segunda fase for reconhecida uma confissão espontânea, o julgador não poderá aplicar a atenuante, porque nesta etapa a pena não pode ficar aquém do mínimo legal.

Na terceira fase se analisa causas especiais de diminuição e aumento de pena, sendo que, neste momento, a pena poderá ficar abaixo do mínimo legal, ou acima do máximo legal.

Seguindo o exemplo do homicídio, este crime tem previsão na sua forma privilegiada e poderá ter a pena reduzida de 1/6 a 1/3, se o crime for praticado por motivo de relevante valor social, portanto, se até a segunda fase a pena se encontrava no mínimo legal, qual seja, 6 anos, neste momento a pena poderá ser reduzida em até 1/3, perfazendo um total de 4 anos.

O contrário também poderia acontecer, caso em que a pena ultrapassa o máximo legal. Podemos dar o exemplo de um roubo majorado pelo emprego de arma de fogo e concurso de agentes, ocasião em que o magistrado aplica o aumento de metade da pena, podendo ultrapassar a previsão máxima de 10 anos para o crime de roubo.

Importante destacar que todos os aumentos e diminuições de pena na fase da dosimetria devem ser fundamentos e seguir uma lógica coerente com os fatos e provas apurados no curso do processo. Visto que, apenas dessa forma, o agente terá uma pena devidamente individualizada e na medida da sua culpabilidade e participação no fato delituoso.

Por Renan Concentine Lacerda

Eu sou um psicopata?!

A emoção para pessoas como nós é para ser usada, jamais sentida; porém fazemos escolhas, cada um de nós tem um perfil. Existem aqueles que tem problemas com a mãe, são os predadores de mulheres, há outros que sofreram abusos na infância, estes só atacam crianças, tem os que atacam homossexuais, prostitutas, idosos, homens e os que são “clínicos”, atacam qualquer pessoa. Os estudos nos mostram que existem muitos outros perfis.

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Não entendemos o medo, não sabemos o que é o amor e jamais saberemos, somos incapazes de amar outro ser humano. É provável que pessoas como nós, seja incapaz de amar, se não sente emoções, como poderão amar o que quer que seja. Mas não se deixe enganar, somos peritos em simulação, podemos fingir amor, tristeza, alegria e todas as emoções necessárias.

Somos sedutores, inteligentes e até assassinos. Matamos por prazer, diversão, necessidade e sobrevivência. Nós somos seus filhos, irmãos, professores, amigos, namorados, vizinhos e seus colegas de trabalho.

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Vamos à igreja, a faculdade, trabalhamos e constituímos famílias. Temos uma vida “normal”. As vezes somos vistos como exemplo pela nossa comunidade. Seria cômico, se não fosse trágico, muito trágico!

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A maioria das pessoas acha que somos loucos e até existem aqueles psicopatas que são desequilibrados; mas a verdade é que uma opção, um estilo de vida. Queremos fazer isso, temos prazer em matar e não há nada que se possa fazer, nem Deus pode; afinal, foi ele mesmo que nos criou.

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Os mais inteligentes e espertos de nós vão exercer atividades: trabalho, esporte e religiosidade onde possa pôr em prática sua habilidade e sua escolha de vida.

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Entretanto, nem todos os psicopatas são assassinos, mas uma coisa é certa, todos são indiferentes a emoção. Somos duas pessoas, uma que conhecemos e outra que jamais queremos conhecer.

Nós estamos mais próximos do que você imagina, e esqueça o mito de que todos os psicopatas assassinos matam animais, é fato que começam matando animais, mas existem aqueles que preferem só presa humana mesmo…fica a dica, nunca se sabe com quem estamos lidando…

A vida é o bem mais precioso, inclusive para eles….

Crime

Crime é um fato muito antigo, assim como a humanidade, e sempre impressionou o ser humano. De todos os crimes contra a pessoa, o homicídio é um dos mais preocupantes nos indivíduos.

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Dos milhões de crimes horríveis cometidos ao longo dos séculos, estes parecem ter vida própria. E ao passar dos anos eles por mais horríveis que sejam continuam a manter seu fascínio sobre o imaginário coletivo e a despertar o medo de todos.

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Por alguma razão que desconhecemos cada um desses crimes e as histórias que os envolvem evoca algo nas profundezas psíquicas e emocionais da condição humana, talvez devido às personalidades envolvidas, à insensatez do inesperado criminal ou quem sabe a ilusão de crer cegamente na bondade humana.

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De qualquer maneira, os crimes são como um mistério e deixam todos atônitos, deixando-os impotentes diante do incompreensível sobre suas relações humanas e sociais.

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Mas o que é crime?

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O crime é um fenômeno social, é um fato humano contrário a lei, à norma moral de uma sociedade, é uma conduta negativa do homem contra seu semelhante, um episódio negativo na vida de dois ou mais indivíduos.

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Não é um conceito único, imutável, estático no tempo e no espaço. Cada crime tem suas características próprias, nenhum crime por mais parecido que seja é igual e cada um trata da violação de um bem jurídico, sendo acompanhada por uma pena correspondente, da mais branda a mais severa.

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Variando de sociedade para sociedade e de época para época. Os crimes podem ser analisados de três pontos de vistas: analítica, que é um fato típico, antijurídico, culpável e punível; material, que constitui dano ou perigo de dano a um bem jurídico e formal sendo o fato proibido por lei, sob risco de pena.

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O crime pode ainda, ser visto como pecado, ou seja, uma transgressão a vontade divina, sendo uma ação negativa do homem que leva à morte e conseqüentemente à maldição.

Só uma breve reflexão sobre o crime, nada mais…

 

 

 

 

Processo histórico das pessoas com deficiência no Brasil

Diário da Inclusão Social

A opressão contra as pessoas com deficiência manifesta-se historicamente na forma da restrição de seus direitos civis e, especificamente, da limitação imposta pela tutela da família e de instituições. Sempre houve pouco ou nenhum espaço para que esse segmento da população participasse das decisões em assuntos que lhes diziam respeito.

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Como o preconceito exclui pessoas com deficiência

Diário da Inclusão Social

Em muitos países em desenvolvimento, deficiências são encaradas como algo vergonhoso, como uma maldição ou até mesmo uma punição de Deus. É comum pessoas esconderem familiares com deficiência em casa, impedindo-os de ter uma vida em sociedade. De acordo com o especialista Modjeh Bayat, “na maioria dos países africanos, crianças com deficiência são praticamente invisíveis na sociedade e existe pouca ou nenhuma informação oficial sobre elas”. Uma vez que muitas destas pessoas são mantidas em casa, não há dados confiáveis nem mesmo em Censos nacionais. Ou seja, quase nada se sabe sobre como vivem indivíduos com deficiência em muitos países.

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