Reação ao ódio: fiz um experimento com os haters de Twitter e Facebook para sacar como essas redes viraram praças de opressores

Balada do Fi

Nos últimos dias, fui alvo, assim como muitos colegas (em especial, do sexo feminino) de profissão, de ataques de haters em redes sociais. Em todos os casos com os quais tive contato, os perpetuadores da agressão eram fiéis de Bolsonaro, também apelidado de “o coiso”. Resolvi reagir com a melhor ferramenta que tenho em mãos: jornalismo.

Criei um experimento no Twitter e no Facebook que me permitiu apurar sobre essa questão e flagrar assim como essas duas redes se tornaram campos de disseminação de ódio. Ainda foi possível, com uma base extensa de usuários, identificar as diferenças de comportamento do povo de Twitter, Facebook, Linkedin e Instagram. Tornou-se também crível sugerir como os algoritmos desses sites impulsionam comportamentos de raiva, de haters.

Em acréscimo, nota-se como há uma movimentação organizada, muito provavelmente incluindo bots (os robôs que publicam automaticamente posts), com o intuito de reprimir pessoas…

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