O paradoxo da produtividade e aumento do trabalho improdutivo como sintoma do agravamento da crise do valor

Baierle & Co.

Por Rall Canti:

“A forma encontrada para driblar o colapso total da produção capitalista foi jogar para um futuro incerto a realização da mais-valia, através de um crédito que se refinancia à velocidade da luz. Como a valorização não pode mais se dar na produção automatizada que dispensa o “trabalho abstrato”, substância do valor, as máquinas dos bancos centrais são postas em movimento para imprimir dinheiro sem substância, para tapar os buracos abertos no sistema financeiro pelo crédito malparado. O mercado ajuda conforme seus interesses, rolando as dívidas contraídas no passado e no presente para serem resolvidas não se sabe quando; os créditos podres, sem pagadores à vista, são sepultados para sempre; as especulações financeiras e nas bolsas passam a ser vistas como partes da “normalidade” econômica. O capitalismo só se sustenta fraudando seus fundamentos com a produção de capital fictício pelo Estado e pelo setor privado. A naturalização da…

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