Os 5 momentos mais importantes na luta contra o preconceito e o racismo

Ao longo do século XX, a humanidade presenciou importantes momentos que ajudaram e marcar a luta contra preconceitos que permeiam as sociedades há séculos.

A luta contra o racismo e a garantia dos direitos humanos aos negros, mulheres e homossexuais foram alguns dos movimentos mais significativos durante as últimas décadas.

Ainda existem inúmeras barreiras a serem ultrapassadas, mas com certeza os seres humanos já deram um grande passo contra a discriminação, seja ela racial, social ou sexual.

Confira alguns dos momentos que retratam o combate contra a intolerância e preconceito no mundo!

1. O fim do Apartheid

Apartheid - Banco

A África do Sul viveu um dos maiores regimes de segregação racial do século XX: o Apartheid.

A população negra da África do Sul, sob o governo de uma minoria branca europeia, enfrentou severas restrições de liberdade e dos direitos humanos por séculos.

No entanto, oficialmente o regime do Apartheid perdurou por mais de 50 anos (1948 – 1994).

Um dos grandes símbolos da luta pelos direitos dos negros foi Nelson Mandela, um dos líderes do Congresso Nacional Africano, que passou 27 anos na prisão por ajudar no combate contra o governo do apartheid sul-africano.

Nelson Mandela

Mandela foi eleito o primeiro Presidente da República negro da África do Sul, durante as primeiras eleições multirraciais daquele país, em 1994.

O fim do absurdo que caracterizava o Apartheid configurou um gigantesco passo contra os ideais de segregação racial no mundo.

Aliás, foi em homenagem ao episódio do Massacre de Shaperville(um dos mais tristes e violentos do Apartheid) que a Organização das Nações Unidas (ONU) criou o Dia Internacional contra a Discriminação Racial, celebrado anualmente em 21 de março.

Entenda aqui: O que foi o Apartheid.

2. A primeira mulher negra a estudar numa escola para brancos nos EUA

Elizabeth Eckford - Racismo

Do outro lado do mundo, em meados da década de 1950 e 1960, os afro-americanos também travavam uma constante batalha contra o racismo nos Estados Unidos.

A partir da aprovação de uma lei que começava a forçar o fim da segregação racial no país, várias escolas norte-americanas foram obrigadas a aceitar alunos negros em suas instituições de ensino.

Até então, os afrodescendentes só podiam estudar em colégios destinados exclusivamente aos negros.

Os primeiros alunos negros a frequentar escolas para brancos sofreram severos ataques físicos e verbais da sociedade local, principalmente das instituições de ensino do sul do país.

Elizabeth Eckford foi uma primeiras estudantes afro-americanas a frequentar o Little Rock Central High School, em Little Rock, no estado de Arkansas.

Com uma população de alunos predominantemente formada por brancos conservadores, Elizabeth Eckford foi duramente atacada e mal recebida na escola. A sua persistência e força ao enfrentar os diversos insultos no colégio foi registrada pelos jornalistas da época.

A sua imagem ficou marcada como uma das mais icônicas da resistência contra a intolerância e ignorância que caracteriza o racismo.

Ver também: 6 Livros sobre Racismo que todo mundo deveria ler.

Dorothy Counts - Racismo

Outras estudantes que também enfrentaram duras agressões durante o processo de “miscigenação racial” das escolas americanas, se transformaram em ícones da luta pelos direitos cíveis dos negros nos Estados Unidos, como Dorothy Counts, primeira negra a ingressar aHarry Harding High School, em Charlotte, no estado da Carolina do Norte.

3. Morte de Martin Luther King Jr.

Martin Luther King Jr

Sem sombra de dúvida, Martin Luther King Jr. é considerado uma das personalidades mais emblemáticas na luta contra o racismo nos Estados Unidos e em todo o mundo.

A sua posição e grande paixão por garantir os direitos civis da população afrodescendente fez com que ganhasse inúmeros inimigos ao longo da vida.

A partir de uma postura em prol da “não violência” e do “amor ao próximo”, Luther King foi consagrado em 1964 com o Prêmio Nobel da Paz em resposta ao seu trabalho contra a desigualdade racial.

O assassinato de Luther King, em 4 de abril de 1968, impulsionou uma série de ações para travar o racismo na América e em todo o planeta.

Em sua homenagem, ficou estabelecido nos Estados Unidos, desde 1986, o Dia de Martin Luther King (celebrado na terceira segunda-feira de janeiro).

Conheça outras personalidades negras que mudaram o mundo.

4. Revolta de Stonewall

Bandeiras LGBT

O combate contra o preconceito não está só focado em questões raciais, mas também de gênero.

A partir de meados do século XX, grupos de homossexuais começaram a se organizar com o objetivo de garantir igualdades nos seus direitos civis e sociais.

Nos Estados Unidos, a Revolta de Stonewall (28 de junho de 1969) marcou um dos episódios mais importantes do movimento LGBT.

Marcha dos Direitos LGBT - New York

Neste caso, a invasão abusiva da policia ao bar Stonewall Inn, em Nova Iorque, desencadeou uma intensa e violenta rebelião entre os frequentadores do local, que eram majoritariamente homossexuais.

Vale lembrar que entre as décadas de 1950 e 1960, os homossexuais estadunidenses enfrentavam uma legislação e um sistema jurídico totalmente anti-homossexuais.

A resistência em Stonewall espalhou por todo o país uma onda de protestos em prol dos direitos LGBT. Aliás, foi a partir deste episódio que surgiram as primeiras Paradas do Orgulho Gay, eventos que buscavam conscientizar a população sobre a ideia da igualdade entre os direitos de pessoas com diferentes orientações sexuais. 

Os homossexuais continuam na luta por garantir seus direitos civis, mas já obtiveram significativos avanços em várias regiões do mundo.

A aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo, por exemplo, constitui uma grande vitória da comunidade LBGT contra o preconceito e a homofobia.

Se você quer saber mais sobre o assunto, veja também o significado da Homofobia.

5. Mulheres conquistam direito de votar no Brasil

Mulher votando

As mulheres também sempre foram alvo de preconceitos nas sociedades predominantemente machistas.

No Brasil, a conquista do direito ao voto nas eleições democráticas foi uma das vitórias mais significativas do gênero feminino no século XX.

Foi em 24 de fevereiro de 1932 que as mulheres brasileiras passaram a garantir o direito de manifestar a sua democracia nas urnas durante as eleições.

Mas, a luta das mulheres por uma igualdade de direitos e deveres entre os gêneros é bastante antiga. Os movimentos feministas no Brasil começaram a se intensificar ainda durante o século XIX.

Atualmente, no entanto, a luta contra o preconceito também permanece constante para as mulheres. É certo que vários avanços já foram feitos, mas a desigualdade entre os gêneros ainda é alarmante e medidas ainda precisam ser tomadas para evitar a misoginia e outras formas de violência contra a mulher.

Se você quer saber mais sobre este assunto, confira o significado de Misoginia e da Igualdade de gêneros.

Saiba mais sobre o significado do Racismo e do Preconceito.

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HÁBITOS COMUNS DE PESSOAS INTERESSANTES

Pessoas realmente interessantes são um prazer de encontrar. Elas são curiosas e parecem ter um magnetismo especial que te atrai. São cheias de histórias cativantes sobre as coisas que fizeram, os lugares em que já estiveram e as pessoas que já conheceram. Pessoas interessantes estão sempre prontas para uma aventura. Elas anseiam explorar o mundo, e sua energia irradia para aqueles que as rodeiam.Ser interessante pode ajudá-lo a conhecer mais pessoas, expandir seus conhecimentos, e ser um líder melhor. Há oito hábitos que muitas pessoas interessantes têm em comum. Às vezes, esses hábitos se formam naturalmente. Outras vezes, são resultado de um esforço consciente. Aqui está o que as pessoas interessantes fazem para se tronarem únicas:

Elas são apaixonadas

Quando as pessoas interessantes encontram um trabalho que amam, se esforçam por ele. Em vez de deixá-lo ser um hobby que cai no esquecimento, elas fazem as mudanças necessárias para seguir seus sonhos. Pessoas interessantes têm mais do que apenas interesses. Elas têm paixões que os dirigem.

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Têm interesses próprios

Pessoas interessantes estão empenhadas em forjar seus próprios caminhos. Elas não julgam os outros, mas também não seguem a multidão. Estão mais interessadas em formarem suas próprias opiniões e serem líderes inovadores.


Elas estão constantemente aprendendo

Pessoas interessantes sabem que há sempre algo a ser aprendido. Não importa em quantos países já estiveram, quantos amigos têm ou qual seu QI é, são sempre humildes. Elas estão constantemente em busca de conhecimento, alimentadas pelo desejo de descobrir o desconhecido. Pessoas interessantes estão em um estado constante de admiração.

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Elas não escondem quem são

Somos todos um pouco estranhos de nossas próprias maneiras. A diferença é que as pessoas interessantes não sentem a necessidade de esconder suas peculiaridades. Elas são abertas e não têm vergonha de quem realmente são. Elas sabem que as suas peculiaridades são o que as torna quem são.


Deixam seus Egos de fora

Pessoas interessantes sabem confiar em sua intuição, mas sempre deixam seu ego de fora. Elas baseiam suas decisões em seus próprios conhecimentos e experiências, e se mantêm fiéis aos seus valores, objetivos e ambições. Elas querem ter sucesso sem pisar nos outros.

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Elas gostam de experimentar coisas novas

Pessoas interessantes estão sempre buscando expandir seus conhecimentos. Elas sabem o que gostam, o que não gostam e o que querem da vida, mas também estão dispostas a tentar algo novo. Elas gostam de viajar para novos lugares, experimentar novos alimentos e ter novas experiências.


Elas compartilham seus conhecimentos

A única coisa que as pessoas interessantes gostam tanto quanto aprender é compartilhar os seus conhecimentos e descobertas com outras pessoas. Elas não compartilham para se gabar, compartilham para outras pessoas desfrutarem. Elas gostam de contar histórias sobre suas viagens ou sobre as pessoas interessantes que conheceram.

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Elas não se importam com o que os outros pensam

Pessoas interessantes se recusam a mudar seu comportamento para agradar os outros ou ganhar sua aprovação. Elas não têm medo de rejeição. São autênticas, independentemente de sua companhia. Alguns podem ver o seu comportamento peculiar como estranho, mas elas gostam de viver a vida ao máximo e permanecendo fiel a quem são.___Traduzido pela equipe de O Segredo – Fonte: David Wolfe

As pessoas são interessantes, mas nem sempre para nós

Geralmente eu busco pessoas que tenham conteúdo independente delas serem leitoras ou não. Tem muita gente que nunca leu um livro, mas tem uma inteligência fora do comum, um senso de humor espetacular, uma sabedoria impar; então eu ouço as pessoas, presto atenção nelas, em suas experiências, como elas vivem como fazem com os obstáculos da vida e a partir dai dou continuidade a nossa “amizade” ou não.

A questão não é pessoas desinteressantes, é o que você pode extrair dessas pessoas e elas de você. Será que você é/ou está interessante? Nós só atraímos aquilo que somos, é isso que eu acredito! Tipo: o que semeamos, o que plantamos, colhemos, em outras palavras, o que vai volta então o quê você está enviando?

Já conheci pessoas notáveis, principalmente no transporte. Uma vez conheci um senhor que participou da Segunda Guerra Mundial; ele esteve lá, viveu a história para contar, olha só que livro vivo espetacular.

Em outra feita conheci um senhor que ganhou na loteria e gastou tudo com mulheres, carros e hotéis de luxo, hoje vive na miséria, só não ficou na rua por que a mãe o acolheu.

Em outro momento conheci uma senhora que ficou órfã aos sete anos, ela e seis irmãos, todos sofreram todo tipo de abuso, inclusive sexual pelo pai. Uma vizinha denunciou, todos foram parar na casa de parentes e orfanatos, ela fugiu, veio para São Paulo, conheceu sua patroa na rodoviária, trabalhou a vida toda nesta casa, casou com um motorista, não estudou, mas os três filhos são acadêmicos; nunca olhou para trás, perdoou o pai e não guarda rancor da vida, só agradecimento por ter vencido, quer pessoa mais interessante?!

Thomas Benjamin Kennington https://www.tuttartpitturasculturapoesiamusica.com

Em outro momento conheci um descendente de chinês que ao passar um tempo na China com seus parentes, viu vários cristãos ser julgados e queimados em praça pública em pleno século XX, só ficou vivo porque seus parentes intercederam e ele negou ser cristão. Voltou para o Brasil, casou-se com uma brasileira e diz querer distância da China.

Diante dessas pessoas e tantas outras que já conheci, conheço e me relaciono à dica é leia, mas não somente livros, leia pessoas, elas são livros vivos. Continue expandindo seus horizontes, mas com mais brilho…

Faça um garimpo, mas primeiro em você mesmo mude-se, transforme-se e tudo mudará com você. A partir do momento que você olhar as pessoas com um novo olhar, tudo vai ficar diferente, vai ficar novo…

…E se isso não acontecer, ai sim se afaste dessas pessoas, pois elas são interessantes, mas não para você!

Boa sorte!

Uma história de abalar o coração da mãe natureza

Você conhece essa sensação de ficar tão envolvido em um documentário sobre a vida selvagem e se sentir completamente apegado às histórias dos animais na tela? É assim que você se sentirá lendo este artigo. Porque é mais do que apenas um artigo. É uma história sobre enfrentar adversidades. Sobre o poder da natureza e a bondade de estranhos. Esta é uma história sobre uma mãe ursa e seus dois filhotes no clima congelante da Rússia, desafiando todas as probabilidades de nadar em um lago. Não foi como planejado, no entanto. Leia para aprender sobre esse conto heróico.

Um conto de perda e amor

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Esta história é sobre o vínculo de uma família amorosa no reino animal e uma união de diferentes espécies para salvar vidas. É uma história sobre sacrifício, esperança, medo e perda. Quando uma mãe ursa deixou seus filhotes mortos no meio de um lago frio, outro salvador entrou em cena. Felizmente, havia alguns pescadores próximos que vieram para o resgate – mas eles tiveram sucesso?

Um Lago Impiedoso

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O conto começa em um lago de água doce conhecido como Lago Vygozero, na região noroeste da Rússia. Essa água é tão incrivelmente fria que se sabe que as temperaturas baixam para -20 graus Celsius (-4 graus Fahrenheit). É possível dizer que esse lago não é o tipo de lago que as famílias saem para visitar em viagens de camping e esqui aquático. É muito frio para um ser humano nadar em segurança. Mais do que isso, porque é tão grande, existe o perigo de qualquer vida selvagem nadar aqui (além do peixe), Pois cobre uma área tão grande, que para torná-lo de um lado para o outro sem congelar é muito difícil. Com isso em mente – continue lendo para descobrir o que acontece com esse animal em particular neste lago imperdoável.

Em algum lugar para chegar

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O que nunca saberemos sobre essa situação é por que a mãe achou tão necessário atravessar essas águas com seus filhotes recém-nascidos. O instinto materno é sempre forte em quase todas as espécies, especialmente nos ursos. Então, quando ela ficou na beira, sentiu a picada da água fria e decidiu pular de qualquer maneira, nos perguntamos o que realmente a obrigava a seguir em frente? Ela é uma mulher durona – embora só esse fato seja o que colocou seus dois pequeninos em perigo – eles ainda não são tão duros quanto a mamãe-urso poderia ter pensado.

Uma decisão terrível

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Isso tudo vai dizer que a decisão de pular neste lago com seus dois filhotes não era segura. Mesmo com eles se agarrando às costas dela, sua força e vontade nessa temperatura gelada certamente falhariam. Eles começaram a jornada através do lago, mas ficou claro que depois de algum tempo, os filhotes não conseguiam acompanhar, e ela não conseguia continuar segurando o peso deles. Eles acabaram indo muito longe ao centro do lago, lutando por sua vida e não tendo a menor ideia de para onde ir depois.

Um severo sacrifício

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Agora a história dá uma reviravolta dolorosa. Os ursos-mães são conhecidos por serem animais altruístas dispostos a se sacrificarem por seus filhotes – como muitos instintos maternos na natureza. Embora essa mãe urso não fosse do tipo que daria a vida dela livremente por seus filhotes. Qualquer que fosse o plano, ela abandonou seus filhotes e começou a nadar, deixando-os desamparados na água. Esta decisão pode confundir alguns observadores da vida selvagem, quando se trata da vida e a morte na natureza; talvez o instinto de sobrevivência fosse forte demais nessa mãe.

A corrente era forte demais

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Nós temos que dar a ela algum crédito, já que este lago tinha uma corrente poderosa, que já era incrivelmente difícil de nadar primeiro lugar. Ela tentou, e nós damos seus créditos para isso. Depois de lutar com a força da corrente com seus bebês, ela se viu sendo dilacerada por seus bebês. Ao ser separada dessa maneira, pode ter sido por isso que ela continuou a seguir em frente, tentar salvar-se e esperar que seus filhotes pudessem sobreviver sozinhas. Depois de nadar por algum tempo, o urso da mãe finalmente conseguiu pousar.

Alguém ajude!

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Então agora nós vemos filhotes de urso sozinhos neste lago congelante, exaustos de tanto segurar por sua mãe, e o desespero os inundando. Como eles vão sobreviver agora que sua mãe – sua protetora – os abandonou? Para não mencionar, os ursos geralmente não têm muita experiência em aprender a nadar em um ambiente tão frio como esse quando ainda são jovens, então as chances são totalmente contrárias a eles.

Segurando-se pela Vida

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Você pode imaginar como isso seria? Claro, sua capacidade consciente não é a mesma que os humanos em poder pensar sobre a situação, mas ainda assim, o que você acha que estaria passando por essas mentes e corpos desses filhotes? O medo e o pânico seriam reais, isso podemos dizer. Ficar cara a cara com a morte seria o suficiente para qualquer ser vivo saber que isso é aterrorizante.

Um resgate no horizonte?

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E então, a mágica acontece. No momento em que tudo parecia sem esperança para esses pequenos filhotes, um barco apareceu. As possibilidades de salvar esses bebês do afogamento se tornaram reais, e então virou uma corrida contra a vida para salvar os pequenos assustados. A tripulação do navio sabia que algo estava errado. Sem nenhum urso mãe à vista, eles sabiam que tinham que fazer algo para ajudar a resgatá-los. Eles poderiam fazer isso?

Pequenos cansados

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A situação desastrosa se apresentou quando o barco se aproximou dos filhotes, vendo que os bebês estavam tão exaustos, lutando para manter a cabeça acima da água, que não sabiam como poderiam tirá-los da água em segurança. O que é interessante aqui é que este barco era na verdade um barco de pesca. Só que em vez de pegar peixe, agora eles estavam esperando pegar dois pequenos filhotes de urso.

Uma observadora por perto

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Embora a mãe tenha deixado os bebês na água, ela ainda estava muito perto da margem, observando toda a cena se desenrolar. Como essa mãe era um urso bastante grande, e ainda tinha alguns de seus instintos maternais, os pescadores não tinham certeza se deveriam ou não prosseguir o resgate na cara do perigo colocando em risco sua própria embarcação, a mãe tentou nadar novamente e subir a bordo. Então, embora o tempo estivesse passando muito rápido, eles tiveram que esperar que a mãe ficasse a uma distância mais segura.

Criando um Plano

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Então, durante esse tempo de espera, os pescadores decidiram descobrir como poderiam tirar os bebês da água. Qual é a melhor coisa a fazer aqui? O que os colocaria e os filhotes na menor quantidade de perigo? Este é o encontro selvagem da vida humana em uma situação muito rara e assustadora, tudo pode acontecer. Eles não são apenas bebês, eles são bebês URSOS.

Registrando tudo com a Câmera

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Porque as pessoas em casa não acreditam no que esses pescadores encontraram em uma excursão casual de inverno. Filmar tudo foi uma boa ideia – é por isso que podemos escrever sobre essa história! A parte inteira da história em que o filhote e o barco se encontraram foi filmada por um dos pescadores. Logo depois, um dos filhotes de urso começou a tentar entrar no barco por conta própria, alcançando o barco com a pata.

Precisando de alguma assistência

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A borda do barco era muito alta para o pequeno e, por mais que tentasse, ele não conseguia entrar no barco. Especialmente em seu estado enfraquecido por estar na água por tanto tempo. O pescador, felizmente, começou a colocar em prática seu plano, pegando seu equipamento de pesca que pode continha a ferramenta certa para agarrar o urso.

O tipo certo de plano

Por fim, um dos pescadores elaborou um plano para poder pegar nos filhotes o suficiente para levá-los a bordo. Ele usou as próprias característica de um urso filhote para sua vantagem. Como um urso tem incríveis dentes afiados, eles podem encontrar grande aderência de suas bocas. Então, em vez de puxar o filhote imediatamente com as ferramentas, o plano era deixar o filhote morder a lateral do barco para conseguir subir no barco.

Será que Funcionou?

No começo, parecia que realmente funcionaria. Embora o urso ainda estivesse um pouco longe demais da plataforma para poder alcançar todo o seu corpo. Então, mesmo que os pescadores estivessem ideias sobre como oferecer mais ajuda física para puxar o urso – para a segurança de todos – eles não podiam simplesmente sentar e assistir. Então eles decidiram que eles tinham que intervir agora. Foi a vida ou a morte.

Confie mais um pouco

O risco envolvido era que, se os pescadores se aproximassem demais da borda, poderiam cair na água gelada, ser puxados para baixo pelo urso ou, pior ainda, arranhados ou mordidos em algum lugar onde não pudessem se recuperar! Então, o que eles poderiam fazer? Bem, confiar. Acreditaram que os filhotes de urso obedeceriam e que o resgate iria correr bem o suficiente para que ninguém se machucasse.

Por Favor

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Parecia ser uma conexão inexplicável entre os pescadores e o filhote de urso que fazia as coisas acontecerem. Um momento de olhares fixos e realmente conectando-se a esta vida vulnerável era tudo o que precisava para o pescador aceitar o risco e se abaixar e fazer todo o possível para salvar o filhote de urso.

Uma ideia brilhante

E assim outro plano foi colocado em ação. Parece simples quando você pensa sobre isso agora, mas na hora, quando os corações estão correndo e os riscos são altos, é compreensível que eles não tenham tentado isso antes. Eles usaram suas redes de pesca para tentar pescar o urso – assim como eles estariam fazendo com peixes regulares se eles nunca tivessem encontrado esses filhotes encalhados.

Será que vai funcionar ?

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A única preocupação em relação a esse plano é o fato de que as redes de pesca que a tripulação tinha obviamente foram projetadas apenas para serem capazes de pescar – e não um urso pesado para bebês. Embora eles estivessem dispostos a arriscar quebrar a rede se isso lhes desse uma chance de salvar os filhotes, eles continuaram com o plano deles. Jogando a rede no oceano, eles começam com o primeiro filhote, tentando pegá-lo e depois enrolá-lo com as próprias mãos. Embora o tempo os estivesse perseguindo, o filhote continuou a ficar mais cansado.

Carregamento pesado

O primeiro filhote foi pego na rede, e eles começaram a trazê-lo cada vez mais perto, conseguindo, eventualmente, colocá-lo no barco! Mas esse não era o fim, pois eles poderiam ser pegos nas redes de maneira perigosa, ou os ursos poderiam até usar a pouca força que tinham para atacar os pescadores. Mesmo que os pescadores tivessem boas intenções, como os filhotes deveriam saber disso? Eles já estavam com medo o suficiente.

Acalmando os filhotes

Então os homens tentaram o seu melhor para acalmar o filhote com algumas vozes suaves. Os ursos são conhecidos por serem alguns dos animais mais perigosos com os quais o homem entra em contato na natureza, então falar docilmente com um urso provavelmente soa ridículo. O que os homens supostamente deveriam fazer? Eles tiveram que tentar acalmar o filhote o suficiente para trazê-lo em segurança a bordo.

Puxe, puxe e puxe

Os pescadores logo perceberam o quão pesado era um filhote de bebê. Imagine se fosse a mamãe presa na água! Eles estavam, pelo menos, gratos por esses filhotes ainda serem jovens. Você sabia que os ursos totalmente crescidos podem pesar até 590 quilos ?! Isso é muito urso. Não há como eles terem apoiado em sua rede de pesca. Esses filhotes também eram mais pesados devido a sua pele ficar super molhada e ganhar mais peso por causa disso.

Apenas um pouco mais

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Puxar aquele primeiro filhote para perto do barco na rede de pesca foi uma luta. Foi uma coisa boa que esses pescadores estão acostumados a condições e situações difíceis, neste clima frio, então eles tinham a força mental e física necessária para realmente ajudar este animal. Depois de um bom tempo puxando e puxando, o filhote eventualmente se aproximou, e finalmente estava parecendo que tudo ia ficar bem.

Bem vindos a bordo

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Então, finalmente, foi sucesso! Eles conseguiram o primeiro filhote no navio, mas ainda não foi uma comemoração. Na verdade não havia tempo para comemorar, eles ainda tinham outro filhote para salvar e o tempo estava se esgotando. Aquele segundo filhote estava na água durante todo o tempo em que o primeiro resgate estava ocorrendo. Este filhote também estava mais longe do barco do que o primeiro, então eles tiveram que tentar chegar perto o suficiente para conseguir este também.

Um pouco de confiança

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Como eles conseguiram resgatar o primeiro filhote, os pescadores estavam se sentindo bem com a possibilidade de salvar o outro também. Mas eles não podiam simplesmente descansar – eles tinham que fazer o trabalho. Agora que eles tinham um plano definido com a rede de pesca, no entanto, o processo parecia ser mais tranquilo do que na primeira vez, o que era um alívio para todos.

Irmãos ursos reunidos

Então, novamente, depois de um pouco de força e esforço, os pescadores conseguiram colocar esse carinha no barco também. Agora os próprios pescadores se sentiam tão cansados quanto os ursos, depois de tudo isso, puxando e salvando os ursos. Os dois filhotes de urso estavam a bordo do barco, mas agora os pescadores ficaram com uma pergunta – qual é o próximo passo?

Celebração

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Os pescadores finalmente conseguiram comemorar. Com os dois filhotes salvos, eles poderiam pelo menos respirar fundo e se firmar novamente para dar o próximo passo. Estamos realmente impressionados com a capacidade dos pescadores de perseverar e ser altruísta neste ato de salvar esses pequenos.

Nem tudo está feliz

Embora os filhotes estivessem a salvo do perigo iminente de afogamento, eles não estavam na melhor forma. Eles estavam exaustos, frios e molhados, e também em um lugar onde nunca estiveram antes, e provavelmente não entenderam. Pobres ursinhos tremiam tanto de medo quanto o frio. Também foi provavelmente o primeiro contato que eles tiveram com humanos. Tão encolhidos no canto, esses filhotes estavam realmente sentindo falta de sua mãe urso.

Apegados aos filhotes

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Os pescadores se sentiam realmente ligados a esses pequeninos. Ter uma jornada tão intensa com eles realmente trouxe o homem e o urso para perto, e especialmente agora, vendo que eles estavam frios, sozinhos e precisando de algum conforto, temos certeza que teriam a ideia de ficar com eles. Eles também sabiam que sua mãe estaria por perto, esperando para se reunir com seus bebês. Eles tinham que fazer a coisa certa.

Aonde levar eles

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Então foi o caso de onde levá-los. Eles tinham que encontrar o lugar certo na terra que a mãe tinha ido. Mas algum deles se lembrou de que depois de toda a pressa e pânico para salvá-los? Eles procuraram por aquele local específico e, depois de algum tempo, um dos pescadores viu o local familiar. Eles começaram a chegar à praia, esperando que a mãe ainda estivesse lá.

Outro movimento de risco

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Este era o ponto em que tudo se encaixaria – de forma perigosa e assustadora, ou em uma reunião amorosa. Basicamente, quando os homens se aproximaram da terra, eles não tinham certeza de como ambos os filhotes e a mãe ursa reagiriam. Ela correria no barco e despedaçaria os homens? Os filhotes iriam atropelar os homens para chegarem à sua mãe? Eles tinham que ser corajosos para fazer essa coisa certa, então quando se aproximaram, se prepararam.

Jogo de espera

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Foi um pouco desapontador, no entanto, como a mãe urso não chegou quando os homens desembarcaram. Eles tinham a sensação de que ela estaria por perto – talvez observando por trás das árvores para ver o que os homens fariam. Eles sabiam que o próximo passo era deixar os filhotes irem – logo o cheiro os levaria à mãe. Os pescadores levaram os filhotes cansados e fracos para a terra para entregá-los em segurança.

Adeus amigos peludos

Foi um triste adeus. Depois de tudo o que tinham passado e da ligação que foi criada, os pescadores tiveram dificuldade em deixar os filhotes na praia e voltar para as águas. Eles ficaram contentes por filmarem a experiência, agora eles podiam olhar para trás e também mostrar aos outros o que a viagem de pescaria lhes trouxe. Então era hora de dizer um último adeus.

Uma mensagem para se levar

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Esta história termina com uma mensagem final de esperança. Espero que esses filhotes tenham encontrado sua mãe – e tenham ficado longe da água fria novamente. Mais do que isso, ficamos com um sentimento de esperança na bondade dos seres humanos. Na compaixão e na entrega altruísta a outro ser pela pura razão de que todos nós merecemos uma chance de sobreviver e viver. A bravura e gentileza desses pescadores é algo que todos podemos tirar, e lembre-se, em tempos de medo ou quando os outros precisam de ajuda, todos nós temos a capacidade de oferecer isso.

Confesso que chorei!

Fonte: Notícias Animais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Neemias, o construtor

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Não sei de vocês conhecem, mas a história de Neemias é muito interessante. Havia em Susã na Babilônia um homem chamado Neemias, o qual trabalhava como copeiro do rei Artaxerxes.

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Certo dia este homem recebeu a notícia de que sua terra Jerusalém estava destruída e o povo se encontrava em grande aflição e vergonha por causa dessa situação. Então, Neemias clamou ao Senhor Deus, e lhe pediu uma estratégia para que pudesse ajudar seus compatriotas e sua nação. Deus como não desampara aquele que o procura de todo o coração, o atendeu.

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Assim, Neemias foi e se colocou diante da presença do rei. Como ele estava muito triste, e o rei lhe conhecia muito bem e nunca o tinha visto triste, perguntou-lhe  o que havia acontecido para tanta tristeza. Neemias lhe disse o que havia acontecido com seu povo e pediu permissão para ir até Jerusalém.

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Como o rei gostava muito de Neemias não só lhe concedeu o pedido, como deu cartas para que no caminho não tivesse problemas com nenhum inimigo, tendo assim passagem livre e chegada em paz ao seu destino.

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Ao chegar, as pessoas ali ficaram curiosas… Ohhhh!! O que Neemias estará fazendo aqui? Como foi que ele conseguiu permissão do rei?? E aquele alarido todo.

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Perguntas, e mais perguntas… Porém ele não lhes disse nada, pois ainda não era o momento. Orou e Deus mais uma vez e falou ao seu coração, agora sim, você pode dizer ao povo o motivo de sua vinda até aqui.

Quando contou as boas novas ao povo, todos se animaram, ficaram felizes, e então começaram a reconstrução de Jerusalém e de suas próprias vidas, encontraram muitas dificuldades no caminho, situações, pessoas que se levantaram para impedir, mas eles não desistiram, continuaram firmes, perseveraram, lutaram e Deus deu a vitória.

The end

Senhor aprofunda-me em sua Palavra

Hoje acordei e senti em fazer está oração, mais fui além, resolvi compartilhar, pois como sempre digo o que faz bem deve e precisar ser semeado…

Minha oração

Senhor, que a tua palavra me lembre de quem és e o quanto me amas. Que ela me dê à convicção de que minha vida está em tuas mãos e de que há de suprir-me as necessidades.

Dá-me ouvidos para reconhecer tua voz cada vez que leio as escrituras. Quando ouço tua voz e obedeço, tenho plenitude. Quando me desvio do caminho que me preparaste, minha vida fica vazia.

Peço-te, humildemente, guia-me, aperfeiçoa-me e enche-me com tua Palavra no dia de hoje e que somente por hoje eu seja um pouco melhor do fui ontem, por que o amanhã é outro dia…

Obrigada, porque ao estudar tua Palavra, posso encontrar-te.

Amém!

Gerente de Marketing aos 23 anos, mulher, sem pós-graduação, nascida no interior. Uma história para inspiração.

Achei que deveria reproduzir e compartilhar esta belíssima história.

Eu não fiz um intercâmbio. Não nasci em uma capital cheia de oportunidades. Não tive berço de ouro e muito menos um padrinho que me colocasse para trabalhar na Petrobrás. Não estudei em uma universidade federal e, pasmem, a minha particular era a mais popular de todas, a Estácio de Sá.

Não me entendam mal. Não tenho nada contra quem teve facilidades a chegar em algum lugar. Aliás, eu admito que durante algum tempo tive um invejinha branca por existir tanta facilidade para uns e para outros, uma trajetória cheia de obstáculos.

Meu objetivo não é realmente desmerecer a luta de alguém. Mas sim encorajar aqueles que estão acreditando que um objetivo é inalcançável por causa de seu presente e contexto de obstáculos.

Os meus objetivos em um contexto de obstáculos

Quando completei 20 anos, coloquei em minha cabeça que meu sonho era ser Gerente de Marketing antes dos 24. Eu tinha um currículo de encher os olhos na parte da “experiência”. Não tinha grandes certificados, mas trabalhei desde cedo em marketing e estava antenada a tudo o que estava acontecendo na área.

Sem dúvidas, eu poderia me considerar uma profissional capacitada, mesmo que a quantidade de certificados dentro da minha gaveta não dissesse isso.

Então, eu precisava que os recrutadores e diretores de empresas prestassem atenção na parte “experiências”. E não na parte de certificados.

Reconheço que até tentei fazer intensivos só para colar o nome de algumas instituições no currículo. Por exemplo, eu juntei uma quantia e fui para São Paulo aos 18 anos participar de um intensivo na ESPM.

A questão era mais a oportunidade de ter contato com a referência em estudos de marketing do que realmente aprender algo. Sem dúvidas, os professores e alunos agregaram conhecimentos. Porém, não o bastante para valer a pena o valor que investi.

Enfim, eu tentei colar esses certificados em meu currículo mas a verdade é que à cada novo curso, eu precisava passar dois, três, quatro meses não fazendo nada que gastasse um pouco mais de dinheiro. Eu investia só nas questões que eram realmente necessárias.

E, para uma garota de 18 anos, isso era complicado. Afinal, meus amigos estavam no barzinho enquanto eu estava em casa pensando que se eu gastasse um pouco mais no fim de semana, eu estaria mais longe do curso que eu queria fazer.

Só para você entender um pouquinho do contexto, nessa época eu já pagava minhas próprias contas sem a ajuda dos meus pais, só com o auxílio de um ex-namorado. E, ainda assim, a coisa ficava complicada.

O desenvolvimento e estudo sem estar em uma instituição de ensino tradicional

Sabendo que esses cursos não estavam diretamente relacionados com o aprendizado de um profissional e conhecendo minha situação financeira mais do que desafiadora, comecei a estudar por conta própria.

Comprei livros, participei de eventos, criei relacionamentos que pudessem me ajudar a desenvolver — o Linkedin foi, e é, uma plataforma incrível pra isso — pedi ajuda a profissionais mais experientes, criei projetos próprios, encabecei projetos de áreas diferentes dentro das empresas em que eu trabalhava, analisei as vagas abertas e o que elas estavam buscando nos profissionais, comecei a visitar perfis no Linkedin e analisar como estava a concorrência — o que eles estavam estudando, o que eu precisava fazer para me destacar perante eles, o que eu tinha de diferencial, quais eram meus pontos fracos, quase fiz uma matriz SWOT para mim como profissional — e criei uma agenda que me mostrava o que eu precisava estudar e até quando para conseguir alcançar meu objetivo.

Os meus resultados com o estudo independente

Aos 18, eu fui contratada como Analista de Mídia. Aos 20, como Analista de Marketing. Aos 22, Supervisora de Marketing. E, agora, aos 23, Gerente de Marketing. E, em nenhum momento, ingressei em uma pós-graduação.

Aliás, já até gerenciei pessoas com mais graduações ou até mesmo com especializações. Mesmo estudando por conta própria e com apenas um certificado de gradução e de alguns intensivos e cursos livres que não vêm ao caso.

O resultado de tudo é que consegui morar na cidade que sonhava e trabalhar em uma empresa incrível, depois conheçam a CM Tecnologia, com o cargo que eu queria e ainda fundar um projeto próprio para ajudar pessoas que enfrentam hoje o que eu enferentei, o Aprenda Play.

As minhas sugestões para quem quer seguir um caminho parecido

O aprendizado autodidata

Como citei na minha breve história, o estudo independente esteve presente desde o início da minha carreira profissional. Mesmo quando eu estava cursando a minha graduação.

Em minha humilde opinião, esse é um dos principais diferenciais dos profissionais hoje. Eu, como gestora, estou sempre em busca de pessoas que estudem de forma constante. Que se atualizem e que consigam aplicar todo esse conhecimento para trazer resultados para a empresa.

Isso é o que brilha os olhos. E posso arriscar a dizer de que brilha os de qualquer gestor.

A comunicação de que você é foda

Se você é profissional de marketing, você tem que ter uma noção muito boa de que o tempo todo as pessoas estão interpretando você e criando uma imagem sobre a sua personalidade, seja pessoal ou profissional.

Isso é fato!

E você precisa usar isso a seu favor. Se no momento não há receita para fazer grandes investimentos em instituições de ensino caras, você precisa ter outros diferenciais e saber comunicá-los. Afinal, de nada adiantar ter grandes diferenciais se ninguém sabe que você os tem.

No meu caso, além da rede de contatos, que chegou um momento que um profissional estava me indicado para o outro, eu trabalhei bem o Linkedin e até mesmo o Facebook — um perfil na rede de Mark Zuckerberg pode ter um sentido maior do que ficar publicando apenas as fotos da festa que você foi e promovendo uma imagem de “pessoas festeira”.

A proatividade e a vontade de aprender

Às vezes, algumas pessoas me enviam mensagens como “Duda, não estou conseguindo um emprego, estou sem dinheiro… O que eu faço?”. Sinceramente, a minha resposta sempre é: “Eu não sei o que você tem que fazer. Mas faça alguma coisa!”.

Vamos pensar em grandes empresas. Conheço poucas que começaram da mesma forma que estão hoje.

A Netflix — sempre gosto de citar o exemplo da rede de streaming — iniciou os negócios entregando DVD’s em domicílio.

Só depois de um bom tempo ela percebeu que era necessário mudar o modelo de negócio.

Imagine se ela ficasse esperando e pensando em como deveria ser o modelo perfeito?

Provavelmente, quando seus criadores chegassem na ideia do formato que a empresa é hoje, não teriam força para lidar com as dezenas de concorrentes que colocaram a mão na massa antes — como a Amazon Prime, por exemplo.

Siga esse mesmo pensamento, porém, aplicado a sua carreira. Não é “errado” começar de um jeito e depois mudar. É “errado” não começar.

O pioneirismo

No meu caso outra coisa que ajudou muito na inserção no mercado de trabalho foi o fato de eu sempre estar a alguns passos a frente dos profissionais em geral.

Para o meu primeiro emprego, fui contratada porque eu criei um blog que cresceu, ganhou notoriedade e ultrapassou os 20.000 seguidores. Isso quando essa moda de blogs não existia e quando marketing de conteúdo era algo que as pessoas nem sabiam o que era.

Na época, o diretor da empresa brilhou os olhos. Eu devia ser uma das primeiras da minha cidade do interior a fazer algo assim — aliás em Paraiba já tem vários youtubers e blogueiros hoje.

Reconheço que quase desisti devido a zoações de amigos adolescentes na época. Mas, eu persisti. Eles estão até hoje zoando quem está tentando fazer algo legal mas continuam desempregados mesmo.

A prática o tempo todo

Benchmarking que encabecei entre a iClips e a Dito

Vamos lá, como falei anteriormente, o meu lema é “eu não sei o que você tem que fazer, mas faça alguma coisa”.

A minha vida profissional inteira foi baseada nisso. Eu fazia, aprendia, buscava mais soluções, fazia, aprendia. Mas, admito, muitas vezes eu não sabia o que estava fazendo e em alguns momentos eu estava praticando algo genial e não sabia disso.

Gerente de canais da Resultados Digitais entre em contato para comentar sobre o trabalho que estava desempenhando no iClips, na época.

O foco ao invés de saídas

Eu sei que se você tem 18, 19, 20 anos… provavelmente você quer no máximo um estágio que te dê tempo para fazer as suas outras coisas.

Respeito isso.

Cada um tem o direito de escolher a vida que quer.

Eu, particularmente, escolhi me empenhar muito quando ninguém estava focado nisso para que, agora, aos 23, eu pudesse morar sozinha em um bom apartamento no centro de Belo Horizonte.

Enquanto isso, meus colegas que mergulharam em festas aos 18, estão procurando emprego morando na casa dos pais e sem um real no bolso para comprar uma cerveja no fim de semana.

Não há nada de errado nas duas realidades. Ambas você vai perder algo e ganhar outra coisa. Porém, você precisa escolher uma de forma consciente e não deixar a vida te levar para um caminho que você não tem certeza se vai querer.

Com todas as essas sugestões anotadas, e um pouquinho de inspiração com mais uma parte da minha trajetória, acredito que você já tenha refletido bastante sobre a sua carreira. Agora, chegou a hora de colocar a mão na passa. Não sei o que você tem que fazer, mas faça alguma coisa!

Não existe sorte, existe determinação!

Lambidas de cães no rosto são inofensivas

A maioria dos cães adora uma oportunidade para lamber o rosto de seus humanos. Tem gente que adora um beijinho na bochecha – e até na boca –, enquanto outros torcem o nariz e se esquivam do amiguinho de quatro patas. Mas afinal de contas, a saliva dos cães deve ser evitada como se fosse uma questão de vida ou morte?

Alguns povos já consideraram a saliva dos cães medicinal, como os egípcios. Eles usavam a saliva canina em rituais de cura e acreditavam que a lambida do cão poderia ajudar a curar ferimentos e doenças. Já os franceses têm a expressão “langue de chien, langue de médecin”, ou “língua de cachorro, língua de médico”.

Uma pesquisa realizada no Reino Unido mostra que a saliva do cachorro tem substâncias boas. A análise da saliva de labradores e beagles revelou que haviam ali enzimas antimicrobianas, proteínas como lisozimas e imunoglobulinas, e peptídeos que causam buraquinhos na membrana das células das bactérias.

Outra crença popular é que as pessoas devem lamber arranhões na própria pele para acelerar a cicatrização. Essa crença não é tão maluca assim, já que a saliva humana tem água e muco, enzimas e substâncias antimicrobrianas que ajudam a afastar infecções. Mas será que a saliva do cão poderia ter o mesmo efeito na pele humana?

Outra pesquisa da Universidade de Maryland (EUA) mostra que os humanos e cachorros têm apenas 16,4% de micróbios em comum na saliva. Ou seja, o microbiano oral dos cães é muito diferente do nosso.

O problema é que essas belas boquinhas caninas também carregam muitas bactérias. Todo cachorro adora lamber o chão, cheirar o traseiro de outros animais e comer coisas questionáveis que encontram por aí.

Os cães também carregam doenças perigosas para humanos, como raiva, salmonela, norovírus, pasteurella e campylobacter. Essas doenças, porém, são transmitidas pela mordida ou pelo contato com as fezes do animal, e não por uma lambida.

“Como microbiólogo, eu sei que a saliva do cão carrega uma multitude de micróbios. Mas a maioria é parte da vida normal dos cães e é inofensiva para tanto os cães e para os humanos”, diz Jennifer Tsang ao site Massive.

A recomendação de Jennifer é que as lambidas de cães na pele saudável não devem ser temidas, mas as pessoas devem tomar cuidado com ferimentos abertos e com as mucosas. Isso tudo para quem não tem alergia aos cães. Já quem fica com rashes vermelhos e coceira com o contato com a saliva do cachorro deve evitar esse tipo de contato.

Fonte: Por , em 12.07.2018

Eu sou um psicopata?!

A emoção para pessoas como nós é para ser usada, jamais sentida; porém fazemos escolhas, cada um de nós tem um perfil. Existem aqueles que tem problemas com a mãe, são os predadores de mulheres, há outros que sofreram abusos na infância, estes só atacam crianças, tem os que atacam homossexuais, prostitutas, idosos, homens e os que são “clínicos”, atacam qualquer pessoa. Os estudos nos mostram que existem muitos outros perfis.

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Não entendemos o medo, não sabemos o que é o amor e jamais saberemos, somos incapazes de amar outro ser humano. É provável que pessoas como nós, seja incapaz de amar, se não sente emoções, como poderão amar o que quer que seja. Mas não se deixe enganar, somos peritos em simulação, podemos fingir amor, tristeza, alegria e todas as emoções necessárias.

Somos sedutores, inteligentes e até assassinos. Matamos por prazer, diversão, necessidade e sobrevivência. Nós somos seus filhos, irmãos, professores, amigos, namorados, vizinhos e seus colegas de trabalho.

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Vamos à igreja, a faculdade, trabalhamos e constituímos famílias. Temos uma vida “normal”. As vezes somos vistos como exemplo pela nossa comunidade. Seria cômico, se não fosse trágico, muito trágico!

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A maioria das pessoas acha que somos loucos e até existem aqueles psicopatas que são desequilibrados; mas a verdade é que uma opção, um estilo de vida. Queremos fazer isso, temos prazer em matar e não há nada que se possa fazer, nem Deus pode; afinal, foi ele mesmo que nos criou.

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Os mais inteligentes e espertos de nós vão exercer atividades: trabalho, esporte e religiosidade onde possa pôr em prática sua habilidade e sua escolha de vida.

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Entretanto, nem todos os psicopatas são assassinos, mas uma coisa é certa, todos são indiferentes a emoção. Somos duas pessoas, uma que conhecemos e outra que jamais queremos conhecer.

Nós estamos mais próximos do que você imagina, e esqueça o mito de que todos os psicopatas assassinos matam animais, é fato que começam matando animais, mas existem aqueles que preferem só presa humana mesmo…fica a dica, nunca se sabe com quem estamos lidando…

A vida é o bem mais precioso, inclusive para eles….

A última grande batalha dos índios pareci contra o homem branco

No início do mês de junho de 2018, uma equipe de fiscais do Ibama, a agência ambientalista do governo brasileiro, invadiu um conjunto de terras indígenas na região noroeste do estado de Mato Grosso. Os ambientalistas do governo federal multaram cinco associações indígenas, aplicaram quase R$ 130 milhões em multas e embargaram mais de 16 mil hectares nas terras indígenas Pareci, Rio Formoso, Tirecatinga, Utiariti, Manoki e Uirapuru.
Além de multar os índios e embargar as terras indígenas, agentes do Ibama ainda ameaçaram as grandes empresas que comercializam soja na região, como Bunge, ADM e Cargill. “As companhias podem ser multadas porque não é permitido comprar soja cultivada em terra indígena”, disse um agente do Ibama à Agência Reuters sobre o caso.

Há vinte anos, os índios pareci compunham uma etnia como muitas outras. Receberam terras demarcadas pelo governo brasileiro, mas padeciam na miséria com índices elevados de mortalidade infantil, desnutrição e outras mazelas decorrentes da pobreza e da falta de assistência governamental.

Nos anos 80, os pareci amealhavam alguma renda vendendo espanadores feitos com penas de ema, um pássaro comum no cerrado. Mas o comércio de espanadores foi proibido como forma de proteger as emas. Talvez tenha sido a primeira refrega entre o movimento ambientalista e a fonte de renda dos índios pareci.

Com a chegada da agricultura na região onde viviam os indígenas no final dos anos 80, muitos pareci deixavam as reservas na época da safra em busca de trabalho nas fazendas. “A Funai nos deu a terra, garantiu a demarcação, mas nós não tínhamos condição de sobreviver lá dentro. Nos debandamos para as fazendas trabalhar de mão de obra barata”, disse o pareci Arnaldo Zunizakae em audiência pública na Câmara dos Deputados. Aprenderam o ofício.

“Quando saí de lá, meu ex patrão me doou uma plantadeira velha e me emprestou um trator. O combustível eu conseguia com a prefeitura de Sapezal”, diz Zunizakae, um dos muitos pareci que aprenderam a plantar trabalhando nas fazendas da região.

Em 1997, Zunizakae plantou 45 hectares de arroz dentro das terras entregues pelo governo à sua etnia. Na safra seguinte foram 60 hectares. No terceiro ano, em 1999, quando a área de lavoura chegou a 90 hectares, o arroz já dividia espaço com a soja. Em 2000, a soja já era a cultura principal dos 150 hectares plantados por Zunizakae.

Mas para continuar crescendo os índios, como qualquer outro agricultor, foram atrás de crédito. Não conseguiram.

Em setembro de 2003, os pareci sequestraram cinco funcionários da Funai, o órgão indigenista governamental, como forma de pressionar o governo a auxilia-los na obtenção de crédito agrícola. Em resposta, o governo editou uma portaria autorizando o gestor local da Funai a assinar documentos junto ao Banco do Brasil tentando obter financiamento por meio da penhora da safra.

Normalmente, os bancos exigem que o tomador de crédito para investimentos dê a terra como garantia. Em caso de não pagamento, o Banco pode ficar com a terra. Ocorre que as terras dos pareci, como qualquer outra terra indígena, não pertencem aos pareci. Por força da Constituição Federal de 1998, as terras indígenas pertencem à União apenas o usufruto delas é entregue aos índios.

Por essa razão os pareci não conseguem acessar o crédito agrícola como um agricultor comum. Em geral, a penhora da safra não serve como garantia de crédito tomado para investimento, como é o caso da aquisição de máquinas e implementos agrícolas.

Outro empecilho para o financiamento das safras dos índios é a restrição mencionada pelo ambientalista do Ibama. É ilegal comprar soja e produtos agrícolas produzidos em terras indígenas. A restrição foi criada para evitar que as terras indígenas sejam invadidas por não indígenas e utilizadas na agricultura. Nunca se pensou que os próprios índios resolvessem se tornar agricultores.

Os pareci não conseguem tomar crédito do governo porque não podem dar as terras como garantia e não podem vender sua produção às traders porque é ilegal.

Os indígenas então procuraram os produtores rurais da região e firmaram parcerias, ora arrendando parte das terras, ora trocando insumos no plantio por grãos na colheita, e passaram a vender sua produção no mercado local de ração. Prosperaram.

Parte da renda auferida com a agricultura é reinvestida na expansão da produção e parte é dividida entre todos os outros índios da etnia.

De acordo com dados da Funai, nos anos 60 os pareci eram apenas 360 pessoas. Em 2004, quando começaram as parecerias agrícolas entre os índios e os produtores rurais, nasceram 48 pareci e morreram três, sendo um deles menor de um ano. Em 2008, foram 55 nascimentos e quatro óbitos, nenhum de crianças. Hoje, existe mais de 1.600 índios pareci.

A desnutrição e a mortalidade infantil caiu a praticamente zero. A maioria dos índios pareci mora em casas de alvenaria, com energia elétrica e outras benesses da civilização não indígena. Quando necessário, os pareci usam o serviço privado de saúde escapando da precariedade do atendimento público.

A renda comunitária auferida com a venda da soja, do milho, do algodão e dos demais frutos da agricultura também é investida na proteção da cultura originária. Todos os pareci falam a língua indígena. As áreas agrícolas são escolhidas depois de ouvir os mais velhos descartando locais sagrados ou de coleta de materiais tradicionais e o produto das colheitas só é comercializado ou consumido depois de feitas as oferendas. Talvez os pareci sejam a etnia indígena brasileira menos ameaçada de todas, graças à renda obtida com a agricultura.

Veja e ouça o próprio líder pareci, Arnaldo Zunizakae, contando essa história:

Não pense você que as terras dos pareci foram destruídas e transformadas em fazendas de soja. A agricultura ocupa quase 16 mil hectares, pouco mais de 1% das terras indígenas pareci, que ocupam cerca de 1,3 milhões de hectares e continuam preservadas em 99%.

Mas nem tudo são flores. A prosperidade alcançada pelos pareci em decorrência da agricultura deu a eles uma certa independência das Organizações Não Governamentais que tutelam de forma dissimulada os índios no Brasil.

Desde os anos 70, muitas ONGs indigenistas passaram a usar os problemas dos índios brasileiros para acessar recursos internacionais. Quanto maiores são os problemas dos indígenas no Brasil e menor é a assistência dada a eles pelo governo, mais dinheiro essas organizações conseguem no exterior. Na direção contrária, quando grupos indígenas passam a não depender do serviço do governo nem das Organizações Não Governamentais, menos importantes elas se tornam. A atividade dos pareci passou a ameaçar o modus operandi das ONGs indigenistas e algumas delas atuam também na área ambiental.

A agricultura indígena também ameaça os dogmas do movimento ambientalista. E se outros índios resolverem desmatar parte de suas terras para auferir renda?

O problema criado pelos pareci aos movimentos indigenista e ambientalista se tornou ainda mais grave quando outras etnias passaram a seguir o mesmo caminho buscando algum nível de independência financeira. Grupos manoki, irantxe e nhambikwara começaram plantar grãos em parte de suas terras com orientação e apoio dos pareci. Alguns usam áreas já abertas em sus terras, mas outros começaram a pleitear o desmatamento de florestas para o plantio.

A reação não tardaria.

Em 2012, o Ministério Público Federal obrigou a Funai e os pareci a assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) se comprometendo a acabar com a participação de agricultores não indígenas na agricultura feita pelos índios. O TAC previa o encerramento das relações de pareceria de forma gradual, uma vez que o encerramento abrupto aniquilaria a principal fonte de renda dos índios.

Sem condições legais para conseguir financiamento e sem poder vender seus produtos diretamente às traders, como disse o fiscal do Ibama à Agência Reuters, o fim das parecerias com os agricultores não indígenas inviabiliza completamente a agricultura pareci.

O acordo de 2012, que era válido por um ano, foi prorrogado por mais três e depois por mais dois. Os pareci teriam até setembro de 2018 para encerrar os contratos de parceria com os não indígenas, mas até lá estão amparados pelo TAC. Antes disso os ambientalistas do Ibama resolveram entrar no jogo.

A ação do Ibama no início de junho, ainda com o TAC em vigência, provavelmente destruirá a agricultura e a prosperidade pareci.

Por incrível que pareça, os homens brancos que ameaçam dos pareci hoje não são mais os fazendeiros. Esses se tornaram parceiros dos índios. Assim como na época em que os pareci foram proibidos de vender espanadores feitos com penas de ema, quem os ameaça hoje é o Ibama e a patrulha indigenista e ambientalista.

Este blogger torce profundamente para que os índios pareci encontrem uma saída perante inimigos tão poderosos. Mas, pelo que eu conheço dos movimentos ambientalista e indigenista, o mais provável é que a prosperidade os índios pareci seja aniquilada e que eles voltem a ser mais uma etnia marginalizada e condenada, vivendo no mato e dependente do assistencialismo das ONGs.

Com informações do Ibama, da organização Rios Vivos, vídeo e imagem da Agência Câmara e fotos de Lidiane Ribeiro e Vinícios Mendonça do Ibama

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Fonte: http://www.codigoflorestal.com/2018/06/a-ultima-grande-batalha-dos-indios.html#more