Governo Americano oferece curso online de inglês 100% grátis

Olá, leitor!

Se você tivesse uma entrevista de emprego hoje, mas de surpresa o entrevistador já começasse a entrevista em inglês, você estaria preparado? Caso não estivesse, certamente, você já teria perdido a oportunidade de trabalho, não é mesmo?

Mas isso não aconteceria apenas com você, pois infelizmente, ainda é baixo o número de brasileiros com proficiência na língua inglesa. Esse que é um dos requisitos mais básicos na hora de procurar um bom emprego, ainda é esquecido pelos brasileiros.

Mas e se você tivesse a oportunidade de começar a mudar isso ainda hoje, o que você faria? Esperamos que aproveite a oportunidade que se aproxima, pois essa pode ser uma porta de entrada até mesmo para outros países.

Saiba que o Governo Americano oferece curso online de inglês 100% grátis. Agora você tem a chance de aprender com um conteúdo desenvolvido especialmente para formar pessoas de diferentes naturalidades. Confira mais informações a seguir!

Aprenda com um conteúdo criado por nativos

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No Brasil encontramos centenas e centenas de instituições de ensino que prometem te ensinar o inglês perfeito. Como um atrativo, a maioria dessas mesmas escolas oferecem algum tipo de contato com um nativo, ou pelo um material parecido.

Mas com essa oportunidade exposta aqui para você, esse material é todo criado por nativos, afinal, essa é uma iniciativa do Governo Americano em parceria com uma escola especializada no aprendizado de estrangeiros.

Portanto, não poderia ser uma oportunidade melhor para você adquirir conhecimento de fontes que realmente entendem das necessidades primárias na hora de aprender.

Seu nível de inglês é básico? Esta é a chance que faltava para melhorar esse nível e elevar seu domínio da língua. Ainda não teve contato com o inglês, mas sabe da importância de ter ele ao seu lado? Conte com essa oportunidade para dar os primeiros passos.

Indiferente seu nível de aprendizado é sempre importante contar mais suporte especializado e experiência na hora de procurar um posicionamento no mercado. Conheça um pouco sobre quem oferece esse curso de inglês.

Conheça os envolvidos por trás dessa iniciativa

Essa é uma iniciativa incentivada pelo Governo Americano, por meio de uma instituição de ensino da língua inglesa, especializada no aprendizado de estrangeiros. Estamos falando da “USA Learns”, que conta com materiais ricos e completos.

USA Learns é um website gratuito focado no aprendizado de adultos, por meio de níveis para iniciantes e intermediários. A escola prioriza pontos importantes no aprendizado, como:

  • Desenvolvimento da fala;
  • Desenvolvimento da audição para a linguagem;
  • Aumento do vocabulário;
  • Melhoria na pronúncia;
  • Aperfeiçoamento da leitura;
  • Desenvolvimento da escrita;
  • Introdução à gramática.

Por meio de videoaulas intuitivas e completas o estudante entra em contato com mais de 1.000 atividades diferentes. A partir dessas informações você consegue determinar a excelente oportunidade à sua frente.

USA Learns atua no mercado desde 2008 e de lá para cá, mais de 10 milhões de adultos já passaram pela escola virtual, para engrandecerem seus conhecimentos e aumentarem suas oportunidades no mercado de trabalho.

Sempre com o objetivo de ensinar o inglês americano, ou seja, da mesma forma que ele é falado nos Estados Unidos, a instituição lançou um novo curso que pode realmente te surpreender.

Com um novo direcionamento a USA Learns visa oferecer além do aprendizado da língua inglesa, a oportunidade para você adquirir os conhecimentos para se preparar para conseguir sua cidadania americana, confira mais a seguir!

Torne-se um cidadão americano ainda hoje

O conteúdo oferecido de forma inteiramente gratuita pela USA Lears, além de ensinar como o inglês é realmente falado, ainda te prepara para o teste de cidadania americana.

Afinal de contas, esse teste envolve muitas exigências e uma delas é precisamente saber falar bem o inglês nativo. Sendo assim, por que então não aproveitar essa oportunidade para adquirir conhecimento que realmente vai trazer benefícios para você e sua carreira?

Com um direcionamento específico, ou seja, te preparar para realizar a aplicação ao N-400, que é o processo necessário para oficializar sua naturalização. Portanto, esse material passa pelos pontos principais acerca desse teste.

Está interessado, não é mesmo? Então não perca mais tempo e aprenda agora como você pode aproveitar esse conteúdo de imediato!

Como você pode aproveitar essa oportunidade?

Vale ressaltar que o site da USA Learns é americano, portanto está todo em inglês. Com um pequeno conhecimento básico você já é capaz de começar pelo curso inicial básico, avançar pelo intermediário e logo em seguida, para o curso de cidadania americana.

Para aproveitar as aulas é bastante simples, você precisa apenas realizar um breve cadastro no site da USA Learns. Será pedido seu e-mail, nome e para criar uma senha, depois disso é só curtir o conteúdo.

Em resumo, essa é uma oportunidade válida para você empenhar seus esforços, a fim de que esteja mais preparado para os desafios que o mercado certamente irá apresentar.

Ainda de quebra você aprende como dar os primeiros passos para quem sabe, uma cidadania americana. Faça dessa grande oportunidade, sua passagem para um mundo de novas possibilidades.

Conheça também como os Poliglotas fazem para aprender um novo idioma 70% mais rápido.

Até mais!

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Onde e como você pode fazer pós-graduação gratuita?

Olá,

Você já pensou em fazer uma pós-graduação gratuita e garantir seu futuro profissional? Cursar uma graduação já é um grande passo para aumentar a experiência e o crescimento pessoal. Mas cada dia que se passa, a especialização direcionada se torna primordial para abrir grandes oportunidades no mercado de trabalho.

Contudo, há profissionais que já cursaram uma graduação e não têm condições de realizar uma pós-graduação, já que hoje as Universidades contam com altas mensalidades em cursos de pós-graduação.

Nesse artigo, você saberá mais sobre a pós-graduação, saberá se é possível fazer uma pós-graduação gratuita e qual caminho tomar para que isso aconteça. Acompanhe a leitura!

Por que fazer uma pós-graduação hoje?

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Para iniciarmos essa conversa, podemos ter como base o mercado de trabalho atual em que nos encontramos. Partindo do ponto de vista das grandes empresas, a concorrência é cada vez mais acirrada. Dessa maneira, os gestores precisam encontrar profissionais que apresentem diferenciais que possam acumular valor às empresas, fazendo com que se consolidem no mercado.

Para que isso aconteça, já não basta que um profissional faça apenas uma graduação em determinada área de atuação. Hoje a educação continuada é essencial para melhorar as oportunidades do profissional.

A educação continuada é um conceito de aprendizagem contínua que agrega qualificação e especialização ao indivíduo que quer se destacar no mercado.

O que as empresas buscam hoje em dia é profissional multidisciplinar. Um profissional desse nível possui uma visão de mercado mais ampla, conhece as melhores estratégias de crescimento e sabe o que precisa ser mudado em cada departamento para que a empresa cresça continuamente.

Além disso, tem habilidades de gerenciar pessoas, planejar processos e agregar novos conhecimentos às equipes da empresa. De uma forma geral, é o profissional do futuro que as maiores empresas do país estão de olho.

Para isso, há uma necessidade de conhecimentos que vão além da graduação. Quem apresenta uma graduação, pós-graduação, mestrado e ainda cursos técnicos na área leva vantagem competitiva.

No Brasil, têm surgido novas Instituições credenciadas que oferecem cursos de especialização, como o MBA, pós-graduação e novas modalidades de aplicação de cursos. Isso é uma oportunidade para profissionais que estão entrando no mercado de trabalho ou que querem aumentar seus conhecimentos na área em que atua.

Estamos na era do conhecimento e não existe momento certo para parar de estudar. Afinal, a cada dia surge novas tendências, novos conceitos e ferramentas que ajudam as empresas crescer mais.

É possível fazer pós-graduação gratuita?

É possível sim fazer uma pós-graduação gratuita. Porém, é indicado que o aluno consiga uma vaga em bolsas de estudo por meio da própria Instituição escolhida ou de programas do Governo.

Hoje, para fomentar o conhecimento, o Governo oferece vários programas especializados em bolsas de estudos aqui no Brasil e até no exterior.

Para cada Instituição ou Organização existe uma regra que se aplica quanto ao oferecimento de bolsas de estudo. Por isso, vale a pena estudar um pouco cada uma delas para confirmar seus propósitos.

O que levar em conta ao escolher uma pós-graduação?

A primeira coisa que o profissional precisa fazer antes de escolher uma pós-graduação é definir seus objetivos e planos de carreira. Onde você quer chegar? Qual cargo é o ideal para seu perfil profissional? Dependendo da sua resposta, existe um tipo de especialização certo para você.

Por exemplo, se você deseja chegar a um cargo de liderança e você tem conhecimentos para isso, uma boa ideia é fazer um MBA, que é uma especialização mais aprofundada em termos executivos.

Agora, se você pretende expandir sua carreira acadêmica, é indispensável optar pela pós-graduação, mestrado e doutorado.

Outra coisa que o profissional precisa levar em conta é a Instituição escolhida. Como há várias oferecendo cursos de especialização no mercado, vale uma pesquisa aprofundada para que você alinhe seus objetivos ao que a Instituição oferece.

Onde fazer pós-graduação gratuita pelo Governo?

Durante os últimos anos, já foram oferecidos no Brasil inúmeras oportunidades de cursos de pós-graduação gratuitos de diversas áreas de atuação. Para se ter uma ideia, as oportunidades mais oferecidas são para a área de saúde e gestão pública.

Separamos alguns sites de Instituições que oferecem frequentemente bolsas de estudo para pós-graduação gratuita. Se atualize sempre e se prepare para as futuras oportunidades. Confira!

  • Sistema UAB: O sistema do Governo em parceria com a UAB (Universidade Aberta do Brasil) desenvolve o ensino à distância, que visa expandir ofertas de cursos de educação superior.
  • UNA-SUS: É também um sistema do Governo. O UNA-SUS (Sistema Universidade Aberta do SUS) foi criado em 2010 para atender à capacitação e educação permanente de profissionais que atuam na área da saúde. Disponibiliza vários cursos gratuitos a distância e também oferece bolsas de estudos para pós-graduação.
  • CAPES: A CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) é uma fundação do Ministério da Educação (MEC). Tem como objetivo auxiliar profissionais que não têm condições de fazer cursos superiores. O programa oferece anualmente várias oportunidades de bolsas de estudos para graduação e pós-graduação.
  • CNPQ: O CNPQ (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) tem como principal objetivo fomentar a pesquisa científica e tecnológica e incentivar a formação de pesquisadores brasileiros. Dessa forma, oferece anualmente várias oportunidades de bolsas de estudos para pós-graduação.
  • PROUNI: O PROUNI (Programa Universidade para Todos) é uma iniciativa do Governo que tem como objetivo a concessão de bolsas de estudos integrais e parciais de pós-graduação para diferentes áreas de atuação.

Instituições estaduais e privadas que oferecem bolsas de estudos para pós-graduação gratuita

A pós-graduação não é mais um diferencial competitivo e sim o mínimo de especialização esperado pelo mercado de trabalho. Os recrutadores buscam candidatos à altura dos objetivos e planos das empresas e candidatos que apresentam a característica de auto-desenvolvimento.

Portanto, se você já possui uma graduação e quer se destacar em sua área de atuação, procure hoje mesmo uma dessas opções que separamos para ingressar em um curso de pós-graduação gratuita.

Boa sorte!

Caso Marcury vs. Madison

Quem estudou Direito Constitucional, provavelmente já ouviu falar do caso Marcury vs. Madison. Este precedente jurisprudencial americano que influenciou diversos ordenamentos jurídicos, inclusive o nosso. A demanda judicial foi a responsável por inaugurar o conhecido controle difuso de constitucionalidade. No entanto, é bom observar quais foram os eventos históricos antecedentes e que deram motivo ao emblemático caso, e como este se desenvolveu a ponto de criar um modelo jurisdicional de controle de constitucionalidade.

Em 1797 século XVIII, o presidente era John Adams nos Estados Unidos, onde os eventos se deram. Advogado, que sucedeu o presidente George Washington, que acabara de tomar posse como Presidente dos Estados Unidos.

Em todo o período em que esteve à frente da Casa Branca, Adams, que era membro do partido Federalista, sofreu duras críticas dos Republicanos, sobretudo a respeito do posicionamento americano no conflito entre a França e a Inglaterra.

O problema é que os Republicanos acreditavam que os EUA tinha uma dívida história com a França, pois esta nação europeia foi de grande valor na guerra de independência americana, contra a Inglaterra. Porém, Adams e a maioria dos Federalistas não concordavam com tal posicionamento, o que culminou, e muito, para a imagem do então presidente e para o partido ao qual integrava.

Naquele período, as eleições para parte das cadeiras no Congresso Americano já ocorriam com antecedência aos pleitos presidenciais. Nessa mesma linha de pensamento, servia a princípio como termômetro político para a segunda.

O fato é que os federalistas perderam as eleições de 1800, perdendo vinte e dois assentos na Câmara dos Representantes do partido Republicano. O mesmo ocorria nas eleições presidenciais que aconteciam no mesmo ano, o resultado da eleição para presidente também foi negativo para os federalistas, ou seja, John Adams, candidato à reeleição pelo partido Federalista foi derrotado por Thomas Jefferson, vice-presidente dos EUA, membro do partido Republicano.

Assim, diante de sua derrota, e presumindo que o partido Federalista perderia espaço no Executivo e no Legislativo, John Adams decidiu manter o controle sobre o único poder que lhe restava, o Judiciário.

Desta forma, Adams decidiu alterar a Lei do Judiciária de 1789, dobrando a quantidade de juízes federais, criando também outros cargos na magistratura americana, que ficou conhecido como Juízes de meia-idade; parte dos doutrinadores dizem que tal nome foi dado devido ao fato da nomeação ter acontecido no “apagar das luzes” do governo Adams, já outros doutrinadores entendem que o fato adotou este título por ter se dado às escuras, escondido. Por fim, o derrotado presidente americano decidiu nomear John Marshall, seu secretário de Estado, para o relevante cargo de Chefe de Justiça.

Todavia, para se entenda a história é importante mencionar que, dentre os magistrados nomeados por Adams, estava William Marbury, que assumiria o posto de Juiz de Paz no Estado da Colúmbia.

Desta maneira, em quatro de março de 1801 Thomas Jefferson assume a presidência dos Estados Unidos e entre as suas primeiras medidas no cargo, Thomas nomeia James Madison, para Secretário de Estado. No exercício do cargo, Madison passa a analisar a situação das nomeações dos novos magistrados e ao fazê-lo, Madison observa que tem um número considerável de possíveis magistrados que ainda não haviam recebido a carta de nomeação, razão pela qual o ato presidencial não estava completo, sendo, portanto, passível de cancelamento. Neste contento, ele não hesitou: cancelando todas as nomeações pendentes, dentre elas, a de William Marbury.

Porém, Marbury Indignado com a situação, ajuíza, com fulcro no art. 13 da Lei Judiciária dos Estados Unidos, a chamada “writ of mandamus”, equivalente ao mandado de segurança adotado pelo ordenamento jurídico americano, em face do Secretário Madison, na Suprema Corte Americana, desta forma, o caso passou a ser conhecido como Marbury vs. Madison, diploma este que conferiu à Corte máxima americana a competência originária para apreciar mandados ajuizados em face de autoridades federais.

John Marshall, então Chefe de Justiça, ficou encarregado de apreciar a matéria. Sendo um grande jurista e um habilidoso político, Marshal foi um dos percussores do direito constitucional americano e Influenciador de diversos ordenamentos jurídicos.

Na questão e no uso de suas habilidades, o juiz da Suprema Corte analisa o caso mediante a apreciação de três pontos, dentre eles, se William Marbury tinha esse direito, o Estado teria como proteger esse direito de William Marbury e a Suprema Corte americana era competência para decidir aquela ação.

Alega Marshall, inteligentemente, em sua decisão, que a Constituição teria atribuído à Suprema Corte a competência originária para analisar todas as causas referentes a juízes, ministros e outros, bem como as ações em que for parte um Estado. E outras causas, teria a Corte competência revisional, em grau de recurso. Nesse sentido, observa-se um conflito de normas entre a Constituição Americana e a Seção 13 da Lei Judiciária. O questionamento que se fazia, era o que deveria prevalecer: uma lei federal ou a carta magna?

Pedro Lenza reflete, “a regra era a de que a lei posterior revogava anterior. Desse jeito, teria a lei revogado o artigo de Constituição que tratava das regras sobre competência originária? ”

Sabiamente, John Marshall, em sua decisão, se encarregou de pacificar a questão. Argumentou Marshall, que, na hierarquia das leis, a Constituição dos EUA impera, estando os tribunais, bem como os demais departamentos, vinculados a ela. Assim, toda lei que contrarie a Constituição deveria ser declarada nula.

Deste modo, decidiu Marshall, incidentalmente, pela inconstitucionalidade da Seção 13 da Lei Judiciária, no ponto em que contraria os preceitos da Constituição Americana. Declarou-se a inconstitucionalidade de uma lei, sem a análise do mérito propriamente dito. Percebe-se, assim que Marshall brilhantemente, ao proferir tal decisão não adentrando no mérito, não profere, em tese, entendimento favorável a nenhum dos dois lados, de modo a não criar, para ele, conflitos políticos com os dois partidos.

Vê-se assim, a criação de um novo modelo de controle de constitucionalidade: o controle difuso, que pode ser entendido, portanto, como aquele que é realizado incidentalmente, num caso concreto, prejudicando o exame de mérito.

Cabendo ainda, fazer mais uma ponderação; qual seja, desde a Constituição de 1891, o Brasil tem adotado, também, o modelo difuso de controle de constitucionalidade, de criação americana, conforme já analisamos. Contudo, o modelo brasileiro de controle difuso guarda algumas diferenças, se comparado ao modelo americano. É que o modelo jurídico americano, adota o common-law, atribuindo ao controle de constitucionalidade difuso verdadeiro efeito erga omnes, ou seja, para todos, não se limitando a aplicar a decisão judicial a determinado caso concreto, vinculando, em regra, juízes e tribunais inferiores.

O modelo brasileiro, como é manifesto, atribuiu ao controle difuso a eficácia Inter partes, em regra, não vinculando as esferas judiciais inferiores.

BIOGRAFIAS CONSULTADAS:

Direito Constitucional Esquematizado/Pedro Lenza – 19 ed. Rev. Atual. E amp. – São Paulo, Saraiva, 2015.

Gondim, Yuri. “O caso Marbury vs. Madison e a contribuição de John Marshall”. Disponível em:<https://yurigondim.jusbrasil.com.br/artigos/118688828/o-caso-marbury-vs madisonea-contribuicao-de-john-marshall> Acessado em 23/04/2017

Curso de direito constitucional / Gilmar Ferreira Mendes, Paulo Gustavo Gonet Branco. – 9. Ed. rev. E atual. – São Paulo: Saraiva, 2014