Gerente de Marketing aos 23 anos, mulher, sem pós-graduação, nascida no interior. Uma história para inspiração.

Achei que deveria reproduzir e compartilhar esta belíssima história.

Eu não fiz um intercâmbio. Não nasci em uma capital cheia de oportunidades. Não tive berço de ouro e muito menos um padrinho que me colocasse para trabalhar na Petrobrás. Não estudei em uma universidade federal e, pasmem, a minha particular era a mais popular de todas, a Estácio de Sá.

Não me entendam mal. Não tenho nada contra quem teve facilidades a chegar em algum lugar. Aliás, eu admito que durante algum tempo tive um invejinha branca por existir tanta facilidade para uns e para outros, uma trajetória cheia de obstáculos.

Meu objetivo não é realmente desmerecer a luta de alguém. Mas sim encorajar aqueles que estão acreditando que um objetivo é inalcançável por causa de seu presente e contexto de obstáculos.

Os meus objetivos em um contexto de obstáculos

Quando completei 20 anos, coloquei em minha cabeça que meu sonho era ser Gerente de Marketing antes dos 24. Eu tinha um currículo de encher os olhos na parte da “experiência”. Não tinha grandes certificados, mas trabalhei desde cedo em marketing e estava antenada a tudo o que estava acontecendo na área.

Sem dúvidas, eu poderia me considerar uma profissional capacitada, mesmo que a quantidade de certificados dentro da minha gaveta não dissesse isso.

Então, eu precisava que os recrutadores e diretores de empresas prestassem atenção na parte “experiências”. E não na parte de certificados.

Reconheço que até tentei fazer intensivos só para colar o nome de algumas instituições no currículo. Por exemplo, eu juntei uma quantia e fui para São Paulo aos 18 anos participar de um intensivo na ESPM.

A questão era mais a oportunidade de ter contato com a referência em estudos de marketing do que realmente aprender algo. Sem dúvidas, os professores e alunos agregaram conhecimentos. Porém, não o bastante para valer a pena o valor que investi.

Enfim, eu tentei colar esses certificados em meu currículo mas a verdade é que à cada novo curso, eu precisava passar dois, três, quatro meses não fazendo nada que gastasse um pouco mais de dinheiro. Eu investia só nas questões que eram realmente necessárias.

E, para uma garota de 18 anos, isso era complicado. Afinal, meus amigos estavam no barzinho enquanto eu estava em casa pensando que se eu gastasse um pouco mais no fim de semana, eu estaria mais longe do curso que eu queria fazer.

Só para você entender um pouquinho do contexto, nessa época eu já pagava minhas próprias contas sem a ajuda dos meus pais, só com o auxílio de um ex-namorado. E, ainda assim, a coisa ficava complicada.

O desenvolvimento e estudo sem estar em uma instituição de ensino tradicional

Sabendo que esses cursos não estavam diretamente relacionados com o aprendizado de um profissional e conhecendo minha situação financeira mais do que desafiadora, comecei a estudar por conta própria.

Comprei livros, participei de eventos, criei relacionamentos que pudessem me ajudar a desenvolver — o Linkedin foi, e é, uma plataforma incrível pra isso — pedi ajuda a profissionais mais experientes, criei projetos próprios, encabecei projetos de áreas diferentes dentro das empresas em que eu trabalhava, analisei as vagas abertas e o que elas estavam buscando nos profissionais, comecei a visitar perfis no Linkedin e analisar como estava a concorrência — o que eles estavam estudando, o que eu precisava fazer para me destacar perante eles, o que eu tinha de diferencial, quais eram meus pontos fracos, quase fiz uma matriz SWOT para mim como profissional — e criei uma agenda que me mostrava o que eu precisava estudar e até quando para conseguir alcançar meu objetivo.

Os meus resultados com o estudo independente

Aos 18, eu fui contratada como Analista de Mídia. Aos 20, como Analista de Marketing. Aos 22, Supervisora de Marketing. E, agora, aos 23, Gerente de Marketing. E, em nenhum momento, ingressei em uma pós-graduação.

Aliás, já até gerenciei pessoas com mais graduações ou até mesmo com especializações. Mesmo estudando por conta própria e com apenas um certificado de gradução e de alguns intensivos e cursos livres que não vêm ao caso.

O resultado de tudo é que consegui morar na cidade que sonhava e trabalhar em uma empresa incrível, depois conheçam a CM Tecnologia, com o cargo que eu queria e ainda fundar um projeto próprio para ajudar pessoas que enfrentam hoje o que eu enferentei, o Aprenda Play.

As minhas sugestões para quem quer seguir um caminho parecido

O aprendizado autodidata

Como citei na minha breve história, o estudo independente esteve presente desde o início da minha carreira profissional. Mesmo quando eu estava cursando a minha graduação.

Em minha humilde opinião, esse é um dos principais diferenciais dos profissionais hoje. Eu, como gestora, estou sempre em busca de pessoas que estudem de forma constante. Que se atualizem e que consigam aplicar todo esse conhecimento para trazer resultados para a empresa.

Isso é o que brilha os olhos. E posso arriscar a dizer de que brilha os de qualquer gestor.

A comunicação de que você é foda

Se você é profissional de marketing, você tem que ter uma noção muito boa de que o tempo todo as pessoas estão interpretando você e criando uma imagem sobre a sua personalidade, seja pessoal ou profissional.

Isso é fato!

E você precisa usar isso a seu favor. Se no momento não há receita para fazer grandes investimentos em instituições de ensino caras, você precisa ter outros diferenciais e saber comunicá-los. Afinal, de nada adiantar ter grandes diferenciais se ninguém sabe que você os tem.

No meu caso, além da rede de contatos, que chegou um momento que um profissional estava me indicado para o outro, eu trabalhei bem o Linkedin e até mesmo o Facebook — um perfil na rede de Mark Zuckerberg pode ter um sentido maior do que ficar publicando apenas as fotos da festa que você foi e promovendo uma imagem de “pessoas festeira”.

A proatividade e a vontade de aprender

Às vezes, algumas pessoas me enviam mensagens como “Duda, não estou conseguindo um emprego, estou sem dinheiro… O que eu faço?”. Sinceramente, a minha resposta sempre é: “Eu não sei o que você tem que fazer. Mas faça alguma coisa!”.

Vamos pensar em grandes empresas. Conheço poucas que começaram da mesma forma que estão hoje.

A Netflix — sempre gosto de citar o exemplo da rede de streaming — iniciou os negócios entregando DVD’s em domicílio.

Só depois de um bom tempo ela percebeu que era necessário mudar o modelo de negócio.

Imagine se ela ficasse esperando e pensando em como deveria ser o modelo perfeito?

Provavelmente, quando seus criadores chegassem na ideia do formato que a empresa é hoje, não teriam força para lidar com as dezenas de concorrentes que colocaram a mão na massa antes — como a Amazon Prime, por exemplo.

Siga esse mesmo pensamento, porém, aplicado a sua carreira. Não é “errado” começar de um jeito e depois mudar. É “errado” não começar.

O pioneirismo

No meu caso outra coisa que ajudou muito na inserção no mercado de trabalho foi o fato de eu sempre estar a alguns passos a frente dos profissionais em geral.

Para o meu primeiro emprego, fui contratada porque eu criei um blog que cresceu, ganhou notoriedade e ultrapassou os 20.000 seguidores. Isso quando essa moda de blogs não existia e quando marketing de conteúdo era algo que as pessoas nem sabiam o que era.

Na época, o diretor da empresa brilhou os olhos. Eu devia ser uma das primeiras da minha cidade do interior a fazer algo assim — aliás em Paraiba já tem vários youtubers e blogueiros hoje.

Reconheço que quase desisti devido a zoações de amigos adolescentes na época. Mas, eu persisti. Eles estão até hoje zoando quem está tentando fazer algo legal mas continuam desempregados mesmo.

A prática o tempo todo

Benchmarking que encabecei entre a iClips e a Dito

Vamos lá, como falei anteriormente, o meu lema é “eu não sei o que você tem que fazer, mas faça alguma coisa”.

A minha vida profissional inteira foi baseada nisso. Eu fazia, aprendia, buscava mais soluções, fazia, aprendia. Mas, admito, muitas vezes eu não sabia o que estava fazendo e em alguns momentos eu estava praticando algo genial e não sabia disso.

Gerente de canais da Resultados Digitais entre em contato para comentar sobre o trabalho que estava desempenhando no iClips, na época.

O foco ao invés de saídas

Eu sei que se você tem 18, 19, 20 anos… provavelmente você quer no máximo um estágio que te dê tempo para fazer as suas outras coisas.

Respeito isso.

Cada um tem o direito de escolher a vida que quer.

Eu, particularmente, escolhi me empenhar muito quando ninguém estava focado nisso para que, agora, aos 23, eu pudesse morar sozinha em um bom apartamento no centro de Belo Horizonte.

Enquanto isso, meus colegas que mergulharam em festas aos 18, estão procurando emprego morando na casa dos pais e sem um real no bolso para comprar uma cerveja no fim de semana.

Não há nada de errado nas duas realidades. Ambas você vai perder algo e ganhar outra coisa. Porém, você precisa escolher uma de forma consciente e não deixar a vida te levar para um caminho que você não tem certeza se vai querer.

Com todas as essas sugestões anotadas, e um pouquinho de inspiração com mais uma parte da minha trajetória, acredito que você já tenha refletido bastante sobre a sua carreira. Agora, chegou a hora de colocar a mão na passa. Não sei o que você tem que fazer, mas faça alguma coisa!

Não existe sorte, existe determinação!

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Conheça os assuntos que mais caem nos concursos públicos

Olá!

Passar em um concurso público e conquistar a estabilidade é um sonho para muitos trabalhadores. Além da garantia de um emprego, os salários mais altos que a média, são atrativos. Infelizmente, a popularidade decorrente de todas as vantagens do cargo público podem tornar a concorrência extremamente acirrada.

Certamente você já sabe: para passar em um concurso público e conquistar o cargo dos sonhos, é preciso dar duro. Muitas pessoas estudam diariamente para vencer esse desafio. Mas disciplina e motivação, sozinhas, não são o suficiente. Você precisa de informação.

Sendo assim, para obter os melhores resultados possíveis, você precisa saber o que estudar. É claro, as matérias cobradas normalmente aparecem no edital. No entanto, uma dúvida muito comum entre os concurseiros é, o que exatamente é preciso dar mais atenção nos temas exigidos.

Saber os assuntos que mais caem nos concursos públicos é essencial, principalmente se você pretende começar a estudar antes mesmo da publicação do edital. Por isso, observe os assuntos mais populares para que você possa começar a organizar sua rotina de estudos.

Mas lembre-se: é essencial verificar o edital! Algumas vagas exigem conhecimentos específicos. Nesse artigo, estão dos assuntos mais frequentes em provas gerais e matérias base.

Quer ficar por dentro dos assuntos que mais caem nos concursos públicos? Confira!

Escolhendo matérias para estudar antes do edital

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Cada concurso e cada vaga tem suas exigências específicas. Não dá pra prever exatamente o que será cobrado nesse tipo de matéria. No entanto, é possível, por meio de concursos anteriores, identificar quais são as matérias base mais importantes em determinadas áreas. Veja alguns exemplos:

Área fiscal (ensino superior):

  • Português;
  • Raciocínio Lógico;
  • Direito Constitucional;
  • Direito Administrativo;
  • Direito Tributário;
  • Matemática Financeira;
  • Contabilidade;
  • Estatística;
  • Economia;
  • Inglês;
  • Informática.

Polícia Federal (ensino superior):

  • Português;
  • Raciocínio Lógico;
  • Direito Constitucional;
  • Direito Administrativo;
  • Direito Penal;
  • Direito Processual Penal;
  • Matemática Financeira;
  • Contabilidade;
  • Economia;
  • Administração;
  • Redação;
  • Informática.

Polícia Civil (ensino médio):

  • Português;
  • Raciocínio Lógico;
  • Matemática;
  • História;
  • Geografia;
  • Atualidades;
  • Informática.

Tribunais (ensino médio):

  • Português;
  • Matemática;
  • Raciocínio Lógico;
  • Direito Constitucional;
  • Direito Administrativo;
  • Direito Penal;
  • Direito Processual Penal;
  • Direito Processual Civil.

É possível realizar esse levantamento para todas as áreas. Basta pesquisar sobre os concursos anteriores. Você pode até mesmo encontrar informações já reunidas sobre as matérias base mais importantes fazendo uma busca pela área desejada na internet.

Perceba, também, que português, matemática, raciocínio lógico, informática e inglês estão presentes em quase todas as áreas.

O que cai em concurso público de Nível Fundamental?

As provas de Nível Fundamental costumam ser mais simples. O número de questões é normalmente menor, assim como o número de disciplinas cobradas.

As matérias base mais comuns são Português, Matemática e Atualidades. Confira com mais detalhes:

Língua Portuguesa

  • Interpretação de texto;
  • Vocabulário e conhecimento sobre significado de alguns termos;
  • Ortografia, inclusive regras do novo acordo ortográfico;
  • Pontuação;
  • Verbos;
  • Plural das palavras.

Matemática

  • Operações básicas;
  • Raciocínio Lógico;
  • Operações com conjuntos;
  • Regra de três;
  • Equações de primeiro grau.

Atualidades e Conhecimentos Gerais

  • Notícias notáveis do Brasil e do mundo;
  • Conhecimentos relacionados ao cargo;
  • Assuntos em destaque na mídia.

O que cai em concurso público de Nível Médio?

Esses concursos são os mais comuns, e os que apresentam maior variação de funções e cargos. Por isso, tenha em mente que a prova de conhecimentos específicos pode variar muito de concurso para concurso.

Nessas provas é mais comum encontrar as famosas pegadinhas, perguntas feitas para identificar candidatos mais distraídos. Por isso, muita atenção!

Abaixo você encontra os conteúdos mais cobrados no geral:

Língua Portuguesa

  • Interpretação de texto;
  • Ortografia, inclusive regras do novo acordo ortográfico – cuidado com as pegadinhas;
  • Morfologia;
  • Sintaxe da oração.

Matemática

  • Proporcionalidade;
  • Porcentagem;
  • Frações;
  • Álgebra;
  • Geometria básica;
  • Probabilidade.

Informática

  • Conceitos básicos de internet;
  • Word;
  • Excel;
  • Windows.

Atualidades e Conhecimentos Gerais

  • Notícias notáveis do Brasil e do mundo;
  • Conhecimentos relacionados ao cargo;
  • Assuntos em destaque na mídia.

O que cai em concurso público de Nível Superior?

Com a dificuldade mais alta – e o salário também – esses concursos exigem muito mais dos candidatos. A linguagem da prova pode ser mais difícil e formal, cobrando um nível de vocabulário e compreensão de texto bem maiores.

As pegadinhas são mais frequentes, além de ser necessário um nível avançado de interpretação de texto para a maioria das perguntas. Essas provas também podem contar com perguntas discursivas, ou seja, que não são de múltipla escolha. Na resposta, será avaliada também a ortografia, pontuação e clareza de ideias.

Confira as matérias base:

Língua Portuguesa

  • Interpretação textual e Semântica (o número de textos com recursos gráficos, como tirinhas e mapas é bem maior.);
  • Ortografia, inclusive regras do novo acordo ortográfico;
  • Verbos;
  • Preposições, conjunções e pronomes;
  • Regência Nominal e Verbal;
  • Sintaxe;
  • Crase;
  • Prova discursiva (que não é de múltipla escolha) – normalmente relacionada à função a ser exercida;
  • Pegadinhas.

Matemática

  • Porcentagem e matemática financeira;
  • Proporcionalidade;
  • Equações de primeiro e segundo grau;
  • Geometria;
  • Progressão aritmética e geométrica;
  • Noções de probabilidade e estatística.

Atualidades e Conhecimentos Gerais

  • Política;
  • Sustentabilidade;
  • Notícias notáveis do Brasil e do mundo;
  • Conhecimentos relacionados ao cargo;
  • Assuntos em destaque na mídia.

Informática

  • Windows;
  • Word;
  • Excel;
  • Noções de Segurança.

Direito

Dependendo do cargo, é comum encontrar questões de direito:

  • Direito Administrativo;
  • Direito Constitucional.

Quais são as disciplinas mais comuns nas provas no geral?

Para quem tenta vários concursos diferentes, pode ser interessante entender o padrão das disciplinas cobradas. Você sabia que existem diversas disciplinas que são mais recorrentes nos concursos do que outras?

É interessante lembrar: interpretação de texto, acentuação (principalmente crase), raciocínio lógico e pegadinhas estão quase sempre presentes. Por isso, é muito importante pegar o jeito desses temas para qualquer prova.

A seguir, você encontra um resumo sobre as disciplinas mais frequentes, tanto em matérias base como nas específicas. Confira:

Matérias base: disciplinas mais comuns

  • Língua Portuguesa;
  • Raciocínio Lógico;
  • Matemática básica;
  • Atualidades;
  • Informática;
  • Legislação.

Matérias específicas: disciplinas mais comuns

  • Noções de Economia e Finanças Públicas;
  • Noções de Administração;
  • Noções de Direito Constitucional;
  • Noções de Direito Administrativo;
  • Noções de Direito Civil;
  • Noções de Direito Processual;
  • Noções de Direito Penal;
  • Noções de Direito Tributário;
  • Contabilidade;
  • Gestão pública;
  • Matemática Geral e financeira.

Outras dicas para se dar bem nos concursos públicos

Estudar as matérias é muito importante, é verdade! Mas existem outros hábitos importantes para as pessoas que pretendem realizar o sonho do cargo público. Lembre-se: estudando, todos os candidatos estão, portanto, seu diferencial pode vir de outros fatores, então acompanhe nossas dicas:

  • Não estude ao ponto da exaustão. Fazer pausas, descansar, dormir bem e contar com lazer são fatores importantes na absorção e fixação apropriada do conteúdo estudado;
  • Organize-se! Divida o conteúdo em partes manejáveis e progressivas, e não tente aprender tudo de uma só vez;
  • Desenvolva o hábito de estudar. Você sabia que fazer exercícios por dez minutos todo dia é muito mais eficiente do que estudar seis horas em um só? Acredite, por menor que seja o tempo dedicado por dia, criar o hábito de estudar ajudará muito;
  • Tenha um espaço separado para o estudo. É importante contar com um ambiente organizado e reservado para estudar;
  • Desligue celulares e outros eletrônicos. Evite distrações e procrastinação nos horários separados para os estudos;
  • Reconheça seus avanços! Faz bem para sua motivação quando você se parabeniza pelas metas cumpridas;
  • Falando de metas, seja realista. Não adianta montar um cronograma de estudo com seis horas dedicadas por dia: você não conseguirá manter esse ritmo e provavelmente acabará desmotivado;
  • Trabalhe a ansiedade! Ela é a principal responsável pelos “brancos” na hora da prova. Por isso, procure recursos para lidar com sua ansiedade;
  • Não desista! Pode ser que você falhe algumas vezes e isso é normal. O concurso público exige persistência, disciplina e dedicação. Encare uma reprovação como uma experiência importante para se sair melhor na próxima vez;
  • Não deixe a concorrência te intimidar. É verdade, normalmente existem muitos inscritos, mas você sabia muitos deles sequer comparecem à prova? Vá centrado no que você estudou, e não em quantas pessoas estarão lá;
  • Pesquise sobre a banca organizadora. Cada banca tem um estilo de prova e correção diferente, dessa forma é possível descobrir muito sobre o que vai cair com essa informação.

Conclusão

O cargo público, sua estabilidade e os salários atrativos são um grande sonho para muita gente. Com dedicação, disciplina e principalmente, informação, esse sonho pode sim se tornar realidade!

Mas é preciso se dedicar! E para usar o seu tempo de maneira otimizada, é importante se informar sobre as matérias mais cobradas, os assuntos que mais caem nos concursos públicos, os estilos de banca e muitas outras informações.

Por sorte, o Canal do Ensino está sempre pronto para ajudar! Se quiser saber mais sobre como se preparar para um concurso público, leia também esses outros materiais preparados especialmente para isso:

E você, como estuda para o concurso público? Divida conosco suas técnicas e opiniões e compartilhe esse conteúdo com seus amigos que também estão tentando!

Até mais e boa sorte!

Fonte: https://canaldoensino.com.br

Meu Código de Persistência

Art.1 Jamais desistirei do meu objetivo principal;

Art. 2. Sei que posso conquistar o que desejo, se permanecer firme e fiel até o fim;

Art. 3. Serei corajosa e otimista, mesmo estando em grande e aparente desvantagem;

Art. 4. Não permitirei que nada ou ninguém me intimide ou tende me desviar do meu objetivo principal;

Art.5. Lutarei para vencer todos os obstáculos;

Art. 6. Tentarei incansavelmente, quantas vezes forem necessárias, até conquistar o que desejo e planejo;

Art. 7. Terei mais fé e muito mais determinação lembrando-me que todas as pessoas bem-sucedidas tiveram que lutar muito para vencer as adversidades;

Art. 8. Jamais me deixarei dominar pelo desânimo ou pelo desespero diante dos obstáculos;

Art. 9. Tentarei sempre manter a calma e a confiança diante de qualquer situação muito estressante;

Art. 10. Sei que posso conseguir o que quero. Na verdade, já estou conseguindo…a cada segundo, a cada minuto, a cada hora, a cada dia que passa!

Art. 11. Estou ciente que tudo é só uma questão de tempo.

Estes artigos foram escritos no primeiro degrau da minha subida para o sucesso.