Eu sou um psicopata?!

A emoção para pessoas como nós é para ser usada, jamais sentida; porém fazemos escolhas, cada um de nós tem um perfil. Existem aqueles que tem problemas com a mãe, são os predadores de mulheres, há outros que sofreram abusos na infância, estes só atacam crianças, tem os que atacam homossexuais, prostitutas, idosos, homens e os que são “clínicos”, atacam qualquer pessoa. Os estudos nos mostram que existem muitos outros perfis.

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Não entendemos o medo, não sabemos o que é o amor e jamais saberemos, somos incapazes de amar outro ser humano. É provável que pessoas como nós, seja incapaz de amar, se não sente emoções, como poderão amar o que quer que seja. Mas não se deixe enganar, somos peritos em simulação, podemos fingir amor, tristeza, alegria e todas as emoções necessárias.

Somos sedutores, inteligentes e até assassinos. Matamos por prazer, diversão, necessidade e sobrevivência. Nós somos seus filhos, irmãos, professores, amigos, namorados, vizinhos e seus colegas de trabalho.

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Vamos à igreja, a faculdade, trabalhamos e constituímos famílias. Temos uma vida “normal”. As vezes somos vistos como exemplo pela nossa comunidade. Seria cômico, se não fosse trágico, muito trágico!

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A maioria das pessoas acha que somos loucos e até existem aqueles psicopatas que são desequilibrados; mas a verdade é que uma opção, um estilo de vida. Queremos fazer isso, temos prazer em matar e não há nada que se possa fazer, nem Deus pode; afinal, foi ele mesmo que nos criou.

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Os mais inteligentes e espertos de nós vão exercer atividades: trabalho, esporte e religiosidade onde possa pôr em prática sua habilidade e sua escolha de vida.

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Entretanto, nem todos os psicopatas são assassinos, mas uma coisa é certa, todos são indiferentes a emoção. Somos duas pessoas, uma que conhecemos e outra que jamais queremos conhecer.

Nós estamos mais próximos do que você imagina, e esqueça o mito de que todos os psicopatas assassinos matam animais, é fato que começam matando animais, mas existem aqueles que preferem só presa humana mesmo…fica a dica, nunca se sabe com quem estamos lidando…

A vida é o bem mais precioso, inclusive para eles….

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Justiça

Quando pensamos em justiça, o que nos chama atenção é a anterioridade e a universalidade de sua petição: sempre presente sob o aspecto de esperança frustrada, exigência revigorada por uma constatação de injustiça, denunciada por um escândalo que clama por justiça.

A justiça corresponde de fato a uma das mais antigas aspirações em todas as sociedades, não importando qual seja a forma de sua organização, de seu sistema. Em todos os lugares, o Estado, mesmo em seus aspectos mais primitivos, sempre se constitui baseado na função de justiça.

Na Bíblia, o livro dos Juízes precede dos Reis e, na Grécia antiga, em uma época muito remota, a função de soberania teve um papel comparável àquele que ela manteve nas grandes civilizações do Oriente Médio. “Pastor de homens”, o rei mantinha um comércio com os deuses que fazia dele um “mestre de justiça”.

Na arqueologia do Estado, a justiça é a primeira das funções que chamamos régias. Neste contexto, a justiça tem a sua representação como o ideal a ser feito, algo como uma partilha, uma distribuição de igualdade das partes, igualdade das relações ou proporções.

A justiça na sua forma mais nítida significa dar a cada um aquilo que é seu, ou ainda um poder, aquele que é encarregado de preservar o direito de cada um. A justiça também é apresentada na consciência moral como uma virtude moral.

Assim, fala-se de um homem justo. Já em uma dimensão coletiva e social, a justiça é a qualidade das estruturas básicas de uma sociedade concebida como processo distributivo.

E por fim a justiça é também algo que exprime na decisão judiciária sendo feita, como a pena infligida na decisão ao culpado para que este restitua o equilíbrio que seu crime rompeu.

Justiça pode ser entendido como equilíbrio, igualdade, ideal.

 

 

 

Eu sou…

Eu sou os livros que leio, os lugares que conheço, as pessoas que amo.
Eu sou as orações que faço, as cartas que recebo, os sonhos que tenho.
Eu sou as decepções por que passei, as pessoas que perdi, as dificuldades que superei.
Eu sou as coisas que descobri, as lições que aprendi, os amigos que encontrei.
Eu sou os pedaços de mim que levaram, os pedaços de alguns que ficaram, as memórias que trago.
Eu sou as cores que gosto, os perfumes que uso, as músicas que ouço.
Eu sou os beijos que dei, sou aquilo que deixei e aquilo que escolhi.
Eu sou cada sorriso que abri, cada lágrima que caiu, cada vez que menti.
Eu sou cada um dos meus erros, cada perdão que não soube dar, cada palavra que calei.
Eu sou cada conquista alcançada, cada emoção controlada, cada laço que criei.
Eu sou cada promessa cumprida, cada calúnia sofrida, a indiferença que se formou.
Eu sou o braço que poucas vezes torceu, a mão que muitas outras se estendeu, a boca que não se calou.
Eu sou as lembranças que tenho, os objetivos que traço, as mudanças que sofrerei.
Eu sou a infância que tive, sou a fé que carrego e o destino que reinventei…

Nada mais.

 

 

Morte

Cada vez que respiramos, afastamos a morte que nos ameaça. (…) No final, ela vence, pois desde o nascimento esse é o nosso destino e ela brinca um pouco com sua presa antes de comê-la. Mas continuamos vivendo com grande interesse e inquietação pelo maior tempo possível, da mesma forma que sopramos uma bolha de sabão até ficar bem grande, embora tenhamos absoluta certeza de que vai estourar.

Arthur Schopenhauer

O tempo

Há, o tempo….com ele você vai percebendo que para ser feliz não precisa de outra pessoa…o que você precisa, em primeiro lugar é não precisar dela…

Percebe também que aquele alguém que você ama (ou pensa que ama) e que não quer saber de você, definitivamente não é o “alguém” da sua vida…

Com o tempo você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você….

Com o tempo você percebe que o segredo é não prender passarinhos…é cuidar das árvores para que eles venham até você….

E, ai no final, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava a sua procura…

Boa noite!